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Nº 5692
Nacional

F�bricas apostam cada vez mais no NE

| Ronaldo D’Ercole, Lino Rodrigues e Heliana Frazão Agência Brasil Brasília, DF – Programas sociais como o Bolsa-Família e os generosos reajustes concedidos pelo governo federal ao salário mínimo turbinaram o poder de compra dos consumidores do Nordeste

Por | Edição do dia 10/12/2006 - Matéria atualizada em 10/12/2006 às 00h00

| Ronaldo D’Ercole, Lino Rodrigues e Heliana Frazão Agência Brasil Brasília, DF – Programas sociais como o Bolsa-Família e os generosos reajustes concedidos pelo governo federal ao salário mínimo turbinaram o poder de compra dos consumidores do Nordeste, levando fabricantes de bens de consumo e grandes redes de varejo a dobrar suas apostas na região. A Nestlé está investindo R$ 100 milhões em uma nova fábrica na Bahia. Outra grande multinacional, a Unilever, acaba de gastar R$ 24 milhões para produzir sorvetes da Kibon em Pernambuco. Na outra ponta, somente a rede Wal-Mart destinou R$ 200 milhões à região, onde inaugurou metade das 14 novas lojas que abriu este ano no país. ### Nordestinas expandem nacionalmente Marcas tradicionais do varejo local ganharam porte nacional com a onda consumista que tomou o Nordeste. Fundada na Bahia, há 47 anos, a Insinuante viu o faturamento crescer entre 40% e 50% nos últimos anos, puxado pela abertura de 30, 40 novas lojas a cada 12 meses. A empresa deve encerrar o ano com cerca de 250 lojas e faturamento de R$ 2 bilhões, o que lhe garantiria a quarta posição entre as redes varejistas especializadas em móveis e eletroeletrônicos no país. ///

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