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Planos investem nas vendas para classe pobre

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| Emilio Sant?Anna Agência Estado São Paulo, SP ? De R$ 40 a R$ 100. Esse é o valor que cada vez mais pessoas, cansadas de esperar até dois anos por uma consulta em postos de saúde e hospitais públicos, estão dispostas a pagar em planos privados. Oferecidos por pequenas e grandes operadoras, obedecem à mesma lei que regulamenta os demais planos e são fiscalizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar. Não é o público a que as operadoras mais tradicionais se acostumaram a trabalhar e a partir do qual construíram seu mercado. ### Novo público faz parte dos mal atendidos do SUS Os mal atendidos pelo SUS são uma parcela de mercado em que algumas operadoras resolveram apostar. Até agora, com bons resultados. Para o diretor técnico da Amil, Jorge Krop, essa é uma tendência que as empresas de saúde não podem ignorar. Ele afirma que cada vez mais pessoas de baixa renda, principalmente nos grandes centros urbanos, adquirem planos de saúde privados. ?Reconhecemos essa necessidade e procuramos moldar nossos planos para que estejam de acordo com o que essas classes podem pagar?, diz. ///

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