Nacional
Revolta na morte de garoto por policiais
São Paulo, SP ? Pouco momentos antes de enterrar o filho, o taxista Paulo Roberto Soares, aos gritos, pediu justiça, mudanças na Polícia Militar e chamou de monstros os policiais que atiraram contra a sua família. ?O Estado não tem carta branca para matar ninguém??, bradou. ?E se fossem bandidos? Qual o problema? Prendessem os caras. Aqui não tem pena de morte. É por isso que a gente quer as leis, para as pessoas serem presas, processadas. Não podem botar monstros na rua para matar pessoas??. A mãe, Alessandra, que conduzia o carro alvejado pelos policiais, ficou calada o tempo todo, sem chorar, parecendo estar em choque. Ela e as avós do menino chegaram a passar mal no enterro. ///