Mobilização
Grito dos Excluídos tem atos por moradia e contra violência
Movimentos sociais realizaram ontem a 32ª edição do Grito dos Excluídos. Houve marchas e atos em Maceió e mais de 50 cidades em todas as regiões do País, segundo os organizadores.
Faixas, bandeiras e gritos de guerra ajudaram a expor o lema da edição, “Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!”
Os manifestantes reivindicaram moradia digna; reforma agrária; educação pública de qualidade; defesa do Sistema Único de Saúde (SUS); enfrentamento do feminicídio e de todas as formas de violência contra as mulheres e o combate ao racismo e à LGBTfobia, além do fim da escala de trabalho 6x1.
Em Maceió, a caminhada reuniu movimentos sociais, sindicatos e lideranças comunitárias na Avenida da Paz, após o desfile cívico-militar de 7 de Setembro.
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Na capital paulista, os manifestantes percorreram as ruas do centro. O ato terminou com uma missa na Catedral da Sé, dedicada à população em situação de rua. Antes da caminhada, foi realizado um café da manhã comunitário.
A ativista Miriam Hermogenes, da Central dos Movimentos Populares, uma das organizadoras do ato, defende que a liberdade será plena quando não houver mais pessoas em situação de rua no País.
No Rio de Janeiro, o ato cruzou a Avenida Presidente Vargas, uma das principais do centro da cidade, e teve início após o Desfile de Sete de Setembro.
Um dos diferenciais do ato foi um grupo de ativistas que levou o teatro para a manifestação.