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Goleiro viu ex-policial estrangular Eliza

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Belo Horizonte, MG ? Para a polícia de Minas Gerais, o desaparecimento de Eliza Samudio está esclarecido: o goleiro Bruno Fernandes, 25, não apenas soube do sequestro da ex-amante, como presenciou ela ser estrangulada e morta. Na versão apresentada pelo delegado Edson Moreira, Bruno estava na casa em Vespasiano (região metropolitana de BH) em que Eliza foi estrangulada e morta pelo ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. O ex-policial, também conhecido por Nenem e Paulista, foi preso ontem à noite (ver matéria abaixo). Ele e Bruno negam as acusações. Além de Bruno, também estavam no local Luiz Henrique Romão, o Macarrão, funcionário do atleta, e um primo adolescente de Bruno, segundo a polícia. Os policiais dizem que as acusações são baseadas nos depoimentos de Sérgio Camelo, também primo de Bruno, e no que disse o adolescente ? o primeiro a ser ouvido pela polícia. À polícia do Rio, o jovem disse que Bruno esteve no sítio mas afirmara que ele foi embora pouco depois. Ontem, em Minas, disse que o jogador presenciou o crime. Segundo ele, Camelo também esteve na casa de Bola, o que é negado por Camelo. Ontem, a polícia ainda procurava o corpo de Eliza na casa de Bola e em outros locais, sem sucesso. Em MG, ex-policial acusado de matar a jovem é preso | RODRIGO VIZEU - HUDSON CORRÊA / Folhapress Belo Horizonte, MG ? A polícia de Minas prendeu ontem o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, 47 anos, conhecido como Bola ou Paulista, apontado como o autor do assassinato de Eliza Samudio. Bola teve a prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça. Ele, também apelidado de Neném, chegou ontem à noite ao Departamento de Investigações de BH. O delegado Edson Moreira, chefe das investigações, diz que Bola ?é o responsável pela morte e pelo desaparecimento do corpo da Eliza?. Ele é suspeito também de ocultar o corpo. A suspeita se baseia nos depoimentos de Sérgio Camelo, primo de Bruno, e de outro primo adolescente do atleta. O carro Citroën de Bola foi apreendido pela polícia para perícia depois que manchas semelhantes a sangue foram achadas no veículo.

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