Opinião
Expoagro, 60� edi��o
Seis décadas tornam recorrente o tema Expoagro nos comentários editoriais. Pauta cada ano, felizmente, replicada e impulsionada pelos avanços registrados na edição anterior e em função das perspectivas ainda mais positivas descortinadas pela versão do ano em curso. Assim o é também em 2010, ano acrescido do valor adicional de ser a marca da 60ª edição de um evento num Estado onde é uma exceção a perenidade desse tipo de iniciativa. Lembrando o que não deve ser esquecido, pois as falhas e os erros devem ser revisitados sempre para evitar repetições e estimular as correções, Alagoas é um Estado useiro e vezeiro em desperdiçar ótimas ideias, como, por exemplo, os notáveis festivais de Cinema e de Verão, este em Marechal Deodoro, aquele em Penedo. Graças à persistência dos líderes empresariais rurais em Alagoas, a popular ?Exposição da Pecuária? alcança sua sexagésima versão em plena juventude e mantendo um invejável ritmo de crescimento ano a ano. A versão 2010 da Expoagro traz em seu selo a marca da vitória conquistada das sessenta realizações sequenciadas. E para comemorar esta marca histórica o esforço dos organizadores se direciona à multiplicação dos negócios concretizados durante a feira. Certamente, ao fim e ao cabo da 60ª Exposição Agropecuária e Produtos Derivados de Alagoas, mais uma vez, bater-se-ão recordes. A economia alagoana agradecerá. Não menos importante é o aspecto lúdico do evento. Construído ao longo de sessenta anos, o perfil social da ?Exposição da Pecuária? é solidamente definido por uma intercessão entre as culturas urbana e rural, possibilitando aos citadinos uma oportunidade única de, sem se deslocar do seio da urbe, fazer uma imersão no ambiente ruralista, de forma intensa e diversificada.