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Enfim, vagas novas

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Uma das maiores inquietudes nacionais, o justo anseio popular pelo emprego produtivo, está recebendo respostas adequadas como reflexos da boa evolução da economia. A mais recente boa notícia nos dá conta de que as contas do mês de julho bateram mais um recorde. Ótimo. Segundo os números recolhidos em todo o Brasil pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em julho, foram criados 181.796 novos postos de trabalho. Todos devidamente legalizados, ?de carteira assinada? como diz o linguajar do povão. Pelos resultados acumulados ao longo dos tempos, apenas julho de 2008 registrou número maior (200 mil novas vagas). Desde 1991, quando os registros de empregados e desempregados passaram a ser devidamente computados segundo os mesmos critérios técnicos, essa chamada ?série histórica? assinala resultados muito positivos neste ano de 2010. Segundo o apurado, o emprego formal está em crescimento no Brasil e a contabilidade marca um saldo positivo de 1.655.116 em novos postos de trabalho desde janeiro deste ano, batendo um recorde. Neste caso, de computo geral, o somatório é 5,8% maior que o recorde anterior, cravado em idêntico período no ano de 2008 (com 1.564.606 empregos produtivos). Numa análise ligeira dos dados qualificados no estudo, pode-se perceber que o setor terciário segue como o maior gerador de novos postos de trabalho: 61,6 mil. Refletindo uma tendência mundial de redução da utilização de mão de obra no chamado setor primário, ali foram registradas apenas 7,8 mil novas vagas. Mas, por sua vez, o setor secundário demonstra vitalidade invejável com a indústria de transformação gerando 41,5 mil novos empregos em julho. Podemos ver aqui o setor produtivo gerando quase 50% do montante. Devemos aplaudir e cobrar prosseguimento nesta senda.

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