Opinião
A escolha do candidato
No próximo domingo é o dia em que exerceremos a nossa cidadania. Um dia único, no qual a sociedade brasileira, de Norte a Sul, se encontrará diante das urnas eletrônicas para escolher os políticos que durante quatro anos representarão o povo. Infelizmente, muitos o julgam como um dia qualquer e ainda desconhecem sua importância. Durante alguns meses pudemos acompanhar de perto propagandas no rádio, na TV, sem nos esquecermos da internet, campo em que todos os candidatos da majoritária investiram, pois sabem do retorno certo. Mas diante de todo esse processo eleitoral, que está muito próximo do fim, uma pergunta fica latente, como escolher o nosso candidato, o nosso representante? A escolha de um candidato é a tarefa mais difícil para o cidadão que leva a sério os princípios de cidadania, ética e moral. Essa escolha requer um estudo minucioso, cauteloso e sagaz. Sem emissão de juízo de valor, na falta de verdadeiras e concretas provas, pois não podemos nos esquecer de que o futuro da nação está em jogo. Ouvi muitas pessoas crentes na Lei da Ficha Limpa. Outras crentes de que o Judiciário vai fazer justiça. Enquanto a justiça está nas nossas decisões. A Lei da Ficha Limpa está na escolha certa dos candidatos que realmente fazem algo pela população. Vale ressaltar, fazem à sociedade, não ao seu bolso, na educação, saúde, segurança e muitas outras políticas públicas que precisam ser melhor desenvolvidas, que a bem da verdade não são. Um candidato preocupado com o povo, que tenha seu histórico de representatividade para com os indivíduos que fazem parte do meio. Um candidato que veja além dos nossos limites, tendo em vista que esta nossa terra é desprezada e maltratada por muitos, o que vez ou outra ganha destaque nos noticiários nacionais. Alguém que queira, de fato, investir no real, não em concreto, em calçamento de ruas, asfalto, construção de avenidas e sim alguém que se volte à criação de políticas públicas que assistam desde a criança até o idoso, que aplique os investimentos em saúde, educação e, principalmente, em segurança, para melhoria da vida da população. Somos os donos do nosso destino. Do destino de toda uma sociedade, que grita sufocada pedindo socorro, e o que fazemos? Reclamamos a todo e qualquer momento que tudo vai mal, mas na hora certa, no momento certo não fazemos prevalecer a nossa decisão. Não fazemos prevalecer aquilo que é mais importante para nossa vida. O momento é esse. A hora é agora. Não nos deixemos influenciar por aqueles ou aquelas que apenas se refugiam na política como meio de enriquecimento ilícito. Façamos a nossa parte como agentes modificadores desta realidade, mostrando à ?galera? que com o trabalho de formiguinha no final valerá a pena. (*)É estudante de Jornalismo.