Opinião
Uma data m�xima
O 25 de dezembro, celebração do nascimento do Menino Jesus, está às portas. Em todo o planeta cresce a expectativa da comemoração de tamanha importância para a humanidade. É o Natal de Cristo, tempo de alegria, de abraços, de fraternidade, de paz, de reconciliação, de amor e de orações. Não há lugar para o ódio, a vingança, o crime, a corrupção, a desigualdade social, a guerra, e tudo mais que ofende a Deus. Neste clima natalino devem desaparecer as retaliações pessoais, as rivalidades. Os incrédulos duvidaram da realidade desse acontecimento místico, o que ocorreu efetivamente em data que corresponde aos 25 de dezembro da atual etapa histórica. Pergunta-se, e onde teria de nascer o Redentor designado pelo Poder Divino para transformar um mundo altamente corrompido por uma imensa série de vícios? Num lugar humilde, numa manjedoura. Os incrédulos se assombraram com o magno acontecimento, enquanto os três Magos já iniciavam uma viagem para homenagear com muita fé, ao Menino-Deus recém-nascido. Aí o grande exemplo. Cristo não nasceu em recinto de luxo, mas numa estribaria simples. É admirável observar a universidade do Natal de Jesus, hoje celebrado em todas as nações equidistantes e respeitado até mesmo nos países que adotam outras religiões, tais como na Índia e nos Países árabes. Basta considerar que a importância e o prestígio do rei da Galiléia dividiram a história universal em duas épocas: antes de Cristo e depois de Cristo. E nesse pressuposto, justificam-se os festejos natalinos, enquanto o espírito do Natal domina todas as consciências universais sem perder a sua atualização revivendo a noite feliz, a noite sublime, a noite auspiciosa em que veio ao nosso orbe a figura ímpar do salvador da humanidade, de Jesus de Nazaré. Essas reflexões nesta época natalina nos dão uma atitude de grande otimismo. E aqui repetimos. Nessa fase do Natal, como que desaparece toda espécie de retaliação, indisposições entre indivíduos e classes ou abatimentos morais, de toda espécie, de sofrimento humano, são afastados, nessa noite gloriosa e fraterna, na meia noite histórica em que veio ao planeta Terra a figura ímpar e inimitável do filho da Virgem Maria, o Homem-Deus, Jesus de Nazaré. Alegremo-nos, pois, é Natal. (*) É Procurador de Estado, aposentado, e membro do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas.