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Opinião

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O Brasil durante os últimos oito anos passou por transformações inacreditáveis no campo político e administrativo jamais vividas. As grandes potências passaram a reconhecer nosso País como mais um a integrar as nações altamente desenvolvidas do planeta. A voz do nosso presidente passou a ser ouvida e respeitada nos encontros de quaisquer natureza. Nossa Pátria passou a ser reconhecida em todas as partes do mundo como a nação que mais vem se projetando no cenário internacional. Diariamente os órgãos da imprensa escrita, falada, televisada e a internet estão a divulgar que o presidente Lula, assim conhecido popularmente, atingiu mais de 80% da sua popularidade perante à população brasileira. São verdadeiras a pesquisa e os resultados, porém o carisma do mesmo e sua popularidade comprovada não foram possíveis ser transferidas para sua sucessora, conforme resultado do 2º Turno das Eleições 2010. Agora, queiramos ou não fica uma dúvida quanto ao percentual do IBOPE atribuído a Luiz Inácio, no que pese haver feita a sua substituta, não conseguiu dar a mesma o número de votos que gostaria de alcançar. Diante da esplêndida e maravilhosa administração realizada por Lula nos dois mandatos, que causou surpresa ao povo brasileiro, considerando ser o mesmo um torneiro mecânico e sem pergaminhos universitários, todavia, colocou uma roupagem nova, digna, justa e humana neste imenso Brasil. No entanto, há algo negativo praticado por ele contra os servidores e servidoras públicos aposentados, pessoas que já se encontram na terceira idade e consequentemente, necessitando de uma maior assistência na preservação da saúde, quando as esperanças e os sonhos já começam pouco a pouco desaparecer das mentes dessa gente, que com certeza no pretérito ajudou no desenvolvimento sócio econômico este torrão brasileiro. Não se tem notícia de nenhum governo do globo terrestre com obrigatoriedade de descontar dos proventos do servidor inativo para previdência social, quando esse já cumpriu tal obrigação no serviço ativo. Aguardamos ansiosos que a nossa presidente Dilma Rousseff possa corrigir o maior equívoco praticado pelo seu antecessor, enviando ao Congresso Nacional projeto de lei para revogar a lei mais injusta criada neste paraíso dos impostos, sancionada após aprovação do Parlamento brasileiro, que pouco se preocupou com as consequências futuras, que veio impor desconto indevido de 15% (quinze por cento) dos proventos. A atitude a ser tomada pela nossa presidente Dilma Rousseff consagrará o nome da mesma como benemérita et judicium causae dos excluídos do País. (*) É advogado.

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