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Opinião

A dengue

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Ao participar, ontem, em Brasília, de evento alusivo ao Dia Nacional de Mobilização Contra a Dengue, realizado simultaneamente em todo o País, o ministro Alexandre Padilha, da Saúde, anunciou uma ação de vigilância permanente para reduzir, já neste ano, os casos de infecção e óbito. Na mesma ocasião, ele informou que uma equipe do seu ministério realizará um ?check list? de eventuais problemas a serem solucionados nos Estados e alerta de risco de epidemia. O grau de risco foi calculado a partir de seis fatores, entre eles o número de casos em anos anteriores e a infestação do local por larvas do mosquito transmissor. Como sabemos, a maioria das unidades federativas encontra-se nesta situação. E Alagoas sempre foi e continua no rol das mais afetadas, exigindo uma atuação constante dos órgãos executores de politicas de saúde. Desde os gastos com trabalhos de educação e conscientização à expansão do acesso aos serviços de suprimento de água de qualidade e saneamento básico, dos quais continuamos entre as populações mais necessitadas. Quando a atual década começou, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já estimava que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectavam anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Ainda segundo o mesmo organismo, cerca 20 mil morriam com a dengue. Merecem, portanto, elogios e apoios providências como estas agora anunciadas pelo referido ministro e as que resultaram no encontro, iniciado também ontem, quando os representantes das cidades com 50 a 100 mil habitantes começaram a discutir a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) para a elaboração do Plano Nacional de Saneamento Básico. E segundo fontes do governo federal, os municípios que até 2014 não concluírem o plano, não terão acesso aos recursos.

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