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A Assembleia Legislativa dos alagoanos entra em mais uma semana devendo, não apenas ao Poder Executivo, mas a cada um dos cidadãos deste Estado, a aprovação do Orçamento estadual do anoem curso. Esta não é a primeira vez e, dificilmente será a última, que o povo assistiu e assistirá, reprovou e reprovará, fatos assim, embates entre agentes públicos, dirigentes de casas legislativas e de governos. São de um só lugar, o Tesouro do Estado, as retiradas dos recursos para manter em funcionamento de um dos mais caros legislativos estaduais do País, e uma quantidade de repartições que continua carecendo de redução e melhores desempenhos. Apesar da existência de menos novatos do que parlamentares com mais anos de experiência nos bastidores da Assembleia Legislativa alagoana, de uma renovação de menos de 50%, o Estado poderá passar a contar realmente com um maior volume de decisões e atos positivos, de modificações para melhor, do conhecimento, das noticias que têm sido espalhadas até além das fronteiras do País. Boa parte desses estreantes tem condições de corresponder às melhores expectativas de seus eleitores, de suas bases, e de todo o Estado com suas atuações na Casa de Tavares Bastos. De mostrarem serviços agindo de acordo com suas consciências e compromissos. Achamos que, dos parlamentares mais antigos aos mais novos da ALE, não há quem não saiba dos acertos e desacertos praticados com o dinheiro público, das alterações desnecessárias, bem como as necessárias e imprescindíveis das leis, do que o mesmo Poder tem feito e não poderia nem deverá fazer. Ninguém daí pode negar a condição de ciente das necessidades de soluções do Estado em todas as áreas. De programas e projetos urgentes, quer nos setores econômicos, quer nos setores sociais. Até porque raros não foram prefeitos e vereadores.

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