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Varia��o do PIB deixa governo em alerta

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A economia brasileira cresceu abaixo das previsões em 2001 ? e os números preocupam autoridades e especialistas. Diante dos resultados, a presidente Dilma estuda medidas com a área econômica para conter a retração e incentivar a produção e o consumo. Nos últimos anos, o Brasil tem sido visto como uma exceção no cenário de crise global. Foi assim em 2008, com a grave situação depois de quebradeira de parte do sistema financeiro. Os incentivos ao setor industrial tiveram como objetivo conter a ameaça de quebra em série de empresas, além de garantir boas condições para o consumidor. Nessa linha, o governo lançou mão da redução de tributos, reduzindo o valor final de produtos ? de carro a eletrodomésticos. Um fator, porém, continua praticamente intacto na gestão das finanças federais: a taxa básica de juros nas alturas. Apesar de apelos e pressões de todos os lados, quando o governo divulga uma redução no índice, é algo insignificante. Nos últimos dias, a presidente brasileira tem batido nos países ricos, acusando-os de criarem uma ?guerra cambial?. Culpa essa estratégia pelos perigos de uma crise que venha a atingir um número maior de nações. O temor de que o Brasil acabe saindo do ritmo de crescimento registrado nos últimos anos está na ordem do dia. Mas também é fato ? reconhecido nos mercados internacionais ? que o país alcançou um nível de estabilidade e reuniu condições de desenvolvimento consistente. Tal patamar foi alcançado como consequência de ações importantes, que deram fôlego inédito a diferentes setores de empresas e indústrias. A situação da China, da Europa e dos Estados Unidos tem relação direta com os indicadores econômicos do Brasil, como de resto, de todos os continentes. É o preço do chamado mundo globalizado. Antes que os últimos números provoquem reações apressadas, deve-se atentar para o essencial: preservar o emprego e a geração de renda dos brasileiros.

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