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Opinião

A IMPORT�NCIA DO DI�LOGO NA FAM�LIA

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?Paz e harmonia: eis a verdadeira riqueza de uma família?, definiu o cientista e jornalista americano Benjamim Franklin. Assim como a definição de Franklin, a família é a base, o sustento para se ter uma sociedade mais justa, harmoniosa e pacifista. Para isso, faz-se necessário o empenho e a dedicação de todos os membros dessa instituição chamada família, na busca incessante dos ensinamentos divinos. Respeitar e amar os nossos semelhantes é fundamental para que possamos viver em sociedade. O que se vê hoje é uma certa falência dessa instituição. A mídia noticia cada vez mais tragédias e dissoluções dentro do âmbito familiar. Problemas para promover o desajuste familiar não faltam, podem ser de ordem financeira, desentendimentos diários, decorrentes de envolvimento com drogas ou de outros meios sociais negativos. A luta deve resistir a todos os obstáculos. Os pais têm de desempenhar seu papel, por mais árdua que seja a missão de humanizar e educar seus filhos. O distanciamento do modelo tradicional e puro de família enfraquece a estrutura da sociedade. O Judiciário se empenha, no que consta a sua competência, para assegurar o direito das pessoas e da família, fortalecendo, dessa forma, a estrutura familiar. Já dizia o sociólogo húngaro Karl Mannheim: ?O que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade?. Assim, a formação familiar, ainda na infância, refletirá na vida adulta, tanto em relação às responsabilidades quanto à conduta moral. Infelizmente, vivenciamos a inversão de valores, que vêm se perdendo junto com a inocência intrínseca de cada ser humano. Crianças são crianças, devem ser amadas e respeitadas como tal. O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê em seu artigo 4º, que: É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, à profissionalização, à cultura, à dignidade, à liberdade e à convivência familiar e comunitária da criança. Educar não significa apenas explicar o que é certo e errado. Trata-se de algo muito maior: é preciso carinho e compreensão para dialogar e contribuir para a formação de crianças e adolescentes, que têm a missão de escrever sua própria história.

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