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IGREJA EM JUBILEU DE OURO

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Observar o caminho percorrido como Igreja é deveras recompensador, pois é possível olhar o seu desenvolvimento e tentar prosseguir decididamente, como diz o salmista nas Sagradas Escrituras: ?seu vigor aumenta à medida que avançam?. Assim tem acontecido com a Diocese de Palmeira dos Índios, um conjunto de paróquias situadas em diversas cidades, em sua maioria no Sertão alagoano, e que celebra seu Jubileu de Ouro de instalação em nosso Estado. Dentre as personagens rememoradas por suas obras, teve destaque a figura de monsenhor Francisco Xavier Macedo, um homem de Deus, que lutou para elevar a cidade de Palmeira dos Índios a sede de Diocese, em vez de Viçosa, como pretendiam na época. Seu esforço não foi em vão e em 10 de fevereiro de 1962 o papa João XXIII criou a caçula das dioceses de nosso Estado, com a finalidade de dar ?ao povo cristão a oportunidade de conservar cuidadosamente a religião e de ajustar o modo de vida aos preceitos do Sagrado Evangelho?. Sim, com a criação de uma Diocese, a presença de um bispo, padres e diáconos é capaz de dar uma assistência como Igreja de forma muito mais intensa à vida da sociedade. É um bem inquestionável. A instalação da Diocese aconteceu no dia 19 de agosto daquele ano e o responsável pela Paróquia Nossa Senhora do Amparo, em Palmeira dos Índios, o mesmo monsenhor ao qual me referi anteriormente, remodelou a Igreja Matriz para que posteriormente pudesse receber o título de Catedral, bem como organizou a construção do Palácio e da Cúria Episcopal. A padroeira da Paróquia tornou-se a patrona da Diocese, hoje tão amada e venerada pelo povo de Deus. Celebrando o Jubileu Áureo neste ano, é possível fazer memória à história de tão árdua caminhada. Hoje, há uma expressão viva e definida do rosto da Diocese de Palmeira dos Índios. Cada clérigo imprimiu uma marca, deixando bons frutos, não somente na questão religiosa, mas na cultura, moral, educação, política e tantos outros setores que fizeram desenvolver a sociedade naquela circunscrição. Bem que ainda continua a acontecer. Fazendo das atividades uma verdadeira Semana Eucarística, a Diocese reconhece que o autor de tantos feitos é o próprio Jesus Cristo. Por isso, o Jubileu é uma grande ação de graças.

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