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Opinião

PELA ORDEM, NA ORDEM E DENTRO DA ORDEM

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Após vigência da atual Constituição Federal, o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil, de siglas, respectivamente, MP e OAB, passaram a ter mais atuação nas ações desencadeadas em prol da sociedade, principalmente no combate à corrupção de um modo geral, improbidade administrativa, bem como assim ao crime organizado, narcotráfico e delitos eleitorais. Com essa ordenação constitucional, o povo brasileiro passou a ter melhor assistência e o poder público, mais cobrado e fiscalizado nas ações realizadas, evitando, de qualquer sorte, enriquecimentos ilícitos. A maior prova da real cidadania que vivemos ocorrera na realização das últimas eleições, onde tudo aconteceu dentro dos princípios do Estado Democrático de Direito. Recentemente, houve eleição na OAB/AL para o triênio 2013/2015, tendo como vitoriosa a chapa encabeçada pelo advogado Thiago Bonfim. Durante a campanha houve trocas de imputações entre os postulantes à presidência, que é normal em qualquer competição. Contudo, os candidatos demonstraram equilíbrio e poder de persuasão no convencimento para aceitação de suas propostas. Na condição de filiado daquele órgão jurídico, lembramos à futura administração para pôr em prática nova sistemática administrativa direcionada para melhor assistir o advogado, que é a causa primeira da existência da OAB, fazendo cumprir as exigências não só do estatuto da Ordem, bem como as inseridas no regimento interno. As comissões que integram o sistema daquela Casa devem tão somente cumprir com os objetivos capitulados nos ordenamentos jurídicos em foco, porque todos juramos servir com fidelidade e espírito humanitário às atividades advocatícias. Ressaltamos aos colegas que irão administrar a OAB/AL a partir de janeiro próximo, que a Ordem fora criada há 80 anos para agregar os profissionais do mundo jurídico brasileiro e, consequentemente, orientá-los e defendê-los nos embates travados na Justiça em defesa dos direitos e da honra do nosso povo, mormente dos menos assistidos. Ultimamente, aquela Casa tem adotado atitudes mais de Delegacia de Polícia, ou de comandos militares, do que mesmo OAB, usando procedimentos que, no nosso entender, fogem da missão primordial daquela agremiação. Diante da análise à luz da nossa ótica, ficaremos no aguardo e na esperança que a nova diretoria administrativa novos rumos tomará, adotando medidas saneadoras para não incidir nos mesmos erros pretéritos: porque nossa é a Ordem, pela Ordem e dentro da Ordem.

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