Opinião
O CENTEN�RIO DA PAR�QUIA DAS GRA�AS (1912-2012)
A população católica alagoana, sobretudo da Arquidiocese de Maceió, celebra este mês de dezembro, prazenteira e feliz, a festa da primeira centúria de fundação da paróquia de Nossa Senhora das Graças, no bairro da Levada, nesta capital. De fato, a freguesia foi erigida por decreto de d. Manoel Antônio de Oliveira Lopes, nosso segundo bispo e primeiro arcebispo, em 13 de dezembro de 1912. Faz, precisamente, um século. É mister ressaltar que, por esta época, início do século 20, a cidade de Maceió contava apenas com duas paróquias, a saber: a de Nossa Senhora dos Prazeres ? catedral ? e a paróquia de Nossa Senhora Mãe do Povo, no bairro portuário de Jaraguá. A primeira, criada em 1819, e a segunda, em 1865. Dessa forma, a paróquia das Graças é a terceira, em ordem cronológica, da ?cidade sorriso?. O primeiro pároco foi o monsenhor Antônio Tobias da Costa, que foi seguido pelos sacerdotes: padre José Bernardino, padre Júlio Braga, padre Emílio Diverchy (francês), padre Sizenando Silva, monsenhor Pedro Cavalcanti de Oliveira, padre Luiz Marinho, monsenhor Edivar de Morais, cônego Luiz Geraldo Wanderley Sarmento, cônego Luís de Oliveira Santos e padre Ernesto Aminthas Cavalcante, atualmente exercendo suas funções. Mormente, ao longo destes cem anos, diversos fiéis leigos marcaram a vida da paróquia com o seu carisma e o seu apostolado. Entre estes, os anais conservaram para a posteridade alguns nomes, como, por exemplo, de Ana Bastos, Adelina Acioli da Silva Almeida, Maria Mercedes da Luz e Olga Silva Moraes, no Apostolado da Oração; Ivonete Tenório Pedrosa, Hilda Lins Peixoto e Francisca Costa (Chiquita), na Pia União das Filhas de Maria; Geraldo Serpa de Santa Maria, Paulo Serpa de Santa Maria, Edson Lima de Almeida, Benedito Carvalho de Lima, Aurélio de Carvalho Lisboa e Luiz Manoel Santana, na Conferência Vicentina do Sagrado Coração de Jesus ? a 1ª fundada nas Alagoas; Humbelina Falcão, Joaquim da Silva Costa e Hilda Lins Peixoto, na Escola Cantorum; Judite Gomes da Silva, Pedro Monteiro da Silva, Laércio Alves de Almeida, Cícero Miguel da Silva, Júlio Cícero de Oliveira e Lucy Agra, no grupo de evangelização nos lares; Filomena Maria dos Santos, a inesquecível ?Filó?, dedicada e piedosa ministra da comunhão eucarística, que dava a todos um edificante testemunho de fé e vida, não obstante sua cegueira física; dentre tantos e tantas que não puderam ser citados aqui por razões óbvias de espaço.