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A EXPECTATIVA DE VIDA DOS BRASILEIROS

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Esse assunto interessa a todos, pois, evidentemente, desejamos viver o máximo possível, e acompanhamos tudo o que se refere à saúde e bem-estar, questões em evidência nos dias de hoje. Recentemente, o IBGE divulgou dados que indicam que a expectativa de vida do brasileiro atingiu 74,08 anos (74 anos e 29 dias) em 2011, o que representa um aumento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em comparação a 2010 e de 3,65 (três anos, sete meses e 24 dias) em relação a 2000. Isso importa que em 11 anos a esperança de vida ao nascer no Brasil, teve um aumento anual, em média, de 3 meses e 29 dias. Segundo o IBGE, existe uma disparidade significativa entre as regiões do País, enquanto a população do Sul tem, em média, expectativa de vida de 75,2 anos, a população do Nordeste tem, em média, expectativa de vida de 70,4 anos. Relevante dado do Censo do IBGE de 2010 revela que a expectativa de vida do brasileiro aumentou 25,4 anos entre 1960 e 2010. A idade passou de 48,0 anos para 73,4 anos. O aumento da expectativa de vida foi acompanhado por queda na taxa de fecundidade e na mortalidade. O número médio de filhos por mulher caiu de 6,3 filhos em 1960 para 1,9 em 2010. Essa estrutura de população mais envelhecida é uma característica de países desenvolvidos, segundo o instituto. Vários fatores contribuíram para elevar a sobrevida dos brasileiros, segundo o IBGE: a melhoria do sistema de saúde, a implementação das redes de saneamento básico, o avanço da escolaridade, esses indicadores sociais que podem e devem avançar foram fundamentais para aumentar nossa esperança de viver mais. A prática regular de atividades físicas é importante aliada para os que buscam viver mais e melhor. Está comprovado cientificamente que aqueles que têm o hábito de praticar atividades como caminhadas, corridas, natação etc, pelo menos 5 horas por semana, terão, em média, garantido 5 anos a mais de vida. Estudo divulgado durante a Olimpíada de Londres diz que a falta de exercícios causa tantas mortes quanto o tabagismo. A inatividade física é responsável por uma em cada dez mortes por doenças como problemas cardíacos, diabetes e câncer de mama. Os pesquisadores dizem que o grave problema deve ser tratado como pandemia. Saudemos os novos índices praticando atividade física.

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