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Nº 5692
Opinião

REFER�NCIA

Maio é o mês conhecido como o das mães, e mães são a nossa referência por excelência neste mundo. A palavra de Deus até faz alguma analogia entre o amor de mãe e o amor de Deus, guardando as devidas proporções. Na verdade, ao longo da vida, vamos tendo p

Por | Edição do dia 16/05/2013 - Matéria atualizada em 16/05/2013 às 00h00

Maio é o mês conhecido como o das mães, e mães são a nossa referência por excelência neste mundo. A palavra de Deus até faz alguma analogia entre o amor de mãe e o amor de Deus, guardando as devidas proporções. Na verdade, ao longo da vida, vamos tendo pessoas como referência para os mais diversos afins. Algumas são do nosso círculo familiar, outras, do grupo de amigos chegados, e outras ainda entre aquelas que se destaquem no universo das celebridades. Mas não há maior e melhor referência que a mãe. Pode ser que isso não seja consenso, que muitas mães estejam distantes de serem exemplo e modelo, mas seguramente elas estão no topo da lista para a grande maioria das pessoas. Há algum tempo, o referencial de mãe como Deus pensou vem sendo corrompido, porque na relação familiar original tem um integrante chamado pai para dar equilíbrio e completar, a fim de que se possa viver as margens da plenitude do amor e dos cuidados. Portanto, o referencial de mãe já sofre alterações quando o pai não está. E, infelizmente, estão contados os dias em que mães serão referência não apenas sem a presença do pai, mas com a presença de ‘outra mãe’, isso quando a outra mãe não tiver ‘cara de pai’, ou ainda quando ‘dois pais’ não assumirem a condição de mães. Já existe uma linguagem informal para o pai que assume a função de mãe: ‘pãe’. E, se pode ser pior, há projetos de lei que querem regularizar essas funções diferentes e os novos nomes para cada uma delas. Em suma, estamos caminhando a passos largos para o dia que a palavra de Deus chama de ‘Dia do Juízo’. Por muito menos, Deus acabou com Sodoma e Gomorra. Inda bem que ainda estamos vivendo no curto espaço de tempo que a mesma palavra chama de ‘Tempo da Graça’, que é o exato tempo entre o dia de hoje e o dia derradeiro. E a igreja não pode baratear a graça, tão pouco escondê-la. Portanto, é hora de fazer conhecida a graça que transforma, porque a graça de Deus não deixa como está, não acomoda, mas abala as estruturas e faz tudo novo de novo, mesmo que esse tudo pareça impossível. Se não podemos impedir algumas mudanças, podemos amenizar seus estragos, e isso só vai acontecer quando a nossa referência soberana não for o mundo, os outros, os modismo de cada geração, mas tão somente a perfeita vontade de Deus, que é cheia de graça. “Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim vocês conhecerão a vontade de Deus, isto é, aquilo que é bom, perfeito e agradável a ele” (Romanos 12.2).

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