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Nº 5692
Opinião

TIO SAM, SUPERPOT�NCIA MUNDIAL

Existe no campo literário e social uma interpretação ao afirmar ser o fato histórico imutável, enquanto o fato social é repetitivo. Vejamos a clareza. Qualquer país só é descoberto uma vez. Já o casamento, ou outro fato social acontecem várias vezes. Com

Por | Edição do dia 25/05/2013 - Matéria atualizada em 25/05/2013 às 00h00

Existe no campo literário e social uma interpretação ao afirmar ser o fato histórico imutável, enquanto o fato social é repetitivo. Vejamos a clareza. Qualquer país só é descoberto uma vez. Já o casamento, ou outro fato social acontecem várias vezes. Com este exemplo, mostramos o rumo que seguem os fatos. Ao intitularmos Tio Sam, superpotência mundial, fazemo-lo com muita evidência e com abundância de provas dos fatos existentes. Vejamos então. Os Estados Unidos da América do Norte são oriundos das treze colônias implantadas pelos ingleses, cuja pujança e o elevado grau em todos os campos da ciência tecnológica e da própria cibernética têm surpreendido até hoje seus descobridores, ao ponto de sobressaírem dentre todas as nações do planeta. Há grandes potências no globo terrestre, destacando-se EUA, Rússia, China, Japão e outras. Porém, os Estados Unidos conseguem levar a bandeira norte-americana aos confins do mundo, inclusive na Lua, deixando, em qualquer parte do globo, a sua marca, inclusive no satélite em foco. Não é de graça, nem muito menos por acaso que o governo norte-americano rompe águas dos oceanos, ou ainda espaço aéreo para implantar a sua geopolítica e poderio socioeconômico em terras que vivem em conflitos. É bem verdade, que fica oneroso o deslocamento de tropas dos United States para quaisquer partes do planeta Terra. Contudo, não é à toa que isto acontece, principalmente com as terras onde os subsolos possuem rios de petróleo e outras riquezas minerais. É exatamente nesses países, onde a guerra e o terrorismo fazem parte da cultura dos povos subdesenvolvidos, que o governo norte-americano presta suas “solidariedades”, fornecendo apoio social, financeiro e bélico, para depois desfrutar da economia do país em crise, devolvendo à terra conquistada o mínimo das riquezas pertencentes àquele povo sofrido e marcado pelo estigma da guerra que nunca termina. O império da força bélica é levado às nações em guerra e, a partir daí, é imposta a política da liderança americana. Se folhearmos as páginas da História Universal encontraremos fatos semelhantes acontecidos nas Idades Antiga e Média, onde o Império Romano com os seus arrojados exércitos com todo tipo de arma bélica invadia reinos e, após dominá-los, levantava o escudo da Velha Roma e depois o território dominado passava à administração romana. Atualmente, de uma maneira diferente, porém clássica e política, o governo americano repete as mesmas táticas e técnicas de outrora. Diante deste quadro, podemos afirmar que os Estados Unidos da América do Norte estão paro o nosso planeta, assim como o Império Romano estivera para o mundo. Que conclusões poderemos chegar? Segundo estudos estatísticos dos EUA e da ONU o mundo tem, presentemente, 195 países independentes e devidamente organizados. Ora, se uma nação é organicamente livre e autossuficiente para sobreviver, não é justo outro país tentar impor sua norma de governo, inclusive controle de ir e vir no seu aspecto econômico, financeiro e até bélico. Cada povo tem o governo que merece e não aceita imposição política de outras terras. Preconiza a Justiça: “O direito de um termina quando inicia o direito de outrem”. Não somos contra ninguém, contudo, entendemos só existir liberdade quando houver respeito ao ser humano e às normas constitucionais. Não somos, nem nunca fomos, defensores do capitalismo, muito menos do proletariado. Somos e seremos eternamente Brasil, terra promissora que já se encontra no mesmo patamar das demais nações do primeiro mundo.

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