Opinião
Alagoas e as esperan�as no PAC
Lemos, anteontem, aqui mesmo na Gazeta de Alagoas, que durante encontro com prefeitos alagoanos, no Centro de Convenções de Maceió, a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, anunciou recursos na ordem de mais de R$ 8 bilhões para o Estado. O montante faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC 2, e deve ser aplicado na execução de etapas do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), no programa Minha Casa Minha Vida, no Canal do Sertão e em investimentos no setor energético e de infraestrutura social e urbana. A presidente Dilma Rousseff tem o compromisso, desde a campanha de 2010, de fazer o Brasil seguir mudando. ?Vamos seguir investindo em infraestrutura, com novas ferrovias, estradas, portos e aeroportos. E apoiar fortemente o setor produtivo nacional?. Alagoas inteira, obviamente, reconhece a importância da presença do governo federal, através do PAC e de outros programas para o seu engrandecimento. Para avançar em obras de infraestrutura, na expansão de investimentos em outras áreas, que, no que compete ao governo estadual, não têm sido suficientes para o atendimento às necessidades maiores e mais urgentes da população, como indicam os estudos com os vergonhosos indicadores de várias áreas. Principalmente da segurança pública, da saúde e da educação. Sabemos das dificuldades surgidas e que deverão surgir para a realização de todas as metas projetadas e aprovadas, com os recursos da União mais as parcerias de Estados e municípios, de programas como o PAC, motivo de otimismo e de euforia até mesmo antes do início da sua existência, ainda na era Lula. São enormes o rol de obras e o volume das quantias que deverão ser usadas para a realização de todos os projetos, dos empreendimentos essenciais e cada vez mais necessários ao país, como boa parte das obras idealizadas, amplamente anunciadas paralisadas e até ainda não iniciadas em várias regiões. Como a nossa.