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Opinião

INCENTIVO � LEITURA E � CULTURA

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É regra aceita por todos que a leitura deve ser incentivada desde os primeiros anos de vida na família, e, a seguir, na escola, nos anos de educação fundamental. Sabe-se que todo país desenvolvido tem alto índice de leitura. Leitura como fonte de informação e alicerce da cultura. Cada contribuição de incentivo à leitura deve ser referida e valorizada; assim a VI Bienal Internacional do Livro de Alagoas, patrocinada pela Ufal, através da Edufal, é um marco significativo na vida cultural alagoana. Um dos desafios da escola é a de incentivar a leitura, sob as formas mais criativas, despertando nas crianças o desejo de ler. Boa parte dos avanços que o País conseguiu nos últimos 30 anos deve-se à atividade editorial que renasceu com a abertura democrática. A formação do leitor reflete-se diretamente, à distância, na formação de consciência crítica, em lugar de consciência ingênua, com pessoas conscientes de seus deveres e direitos na vida civil. Um fato a recordar. Há cerca de uma década ou pouco mais, participei de algumas Bienais Internacionais do Livro no Rio de Janeiro e em São Paulo. Integrava delegações alagoanas organizadas pelo médico e escritor Antônio Arnaldo Camelo, durante sua gestão na Fundação Municipal de Ação Cultural. Alagoas era mostrada lá fora através de exposição de livros de autores alagoanos. O estande alagoano era sempre visitado e admirado pelo desconhecimento de nossos escritores fora de nossas fronteiras. Ao ler a programação desta VI Bienal Internacional do Livro de Alagoas, procurei os itens que se destinavam à crianças e adolescentes. É acaciano repetir que concorrer para formar leitores nessa faixa de idade é projetar um futuro de amor aos livros. É viagem em distâncias que não podem ser delimitadas. Da Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa ? Fundepes, (leia-se professor Roberto Jorge Vasconcelos dos Santos e sua equipe), recebi convite para o lançamento da obra Entendendo as mudanças na Contabilidade Aplicada ao Setor Público, no estande dessa entidade. O livro é de autoria do professor Paulo Henrique Feijó da Silva, pós-graduado em Contabilidade e Finanças pela Fundação Getulio Vargas. Que se considere a leitura como uma enzima, uma vitamina mental, uma chave que abre compartimentos da educação, da cultura, da liberdade e da cidadania. Parabéns à Ufal e à Edufal.

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