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Uma �tima not�cia e os apag�es

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Mais de R$ 377 milhões serão liberados, este ano, para o financiamento de programas de mitigação e adaptação do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA). Produtores rurais e moradores de regiões em situações de risco de deslizamentos de terra e enchentes aparecem na lista de beneficiados. De acordo com o Portal Brasil, a convocação de projetos voltados para a questão foi aprovada na 12ª Reunião Ordinária do Comitê Gestor da entidade, na última quarta-feira. Segundo a mesma fonte, o fundo é pioneiro no apoio a pesquisas e programas voltados para o combate aos prejuízos causados pela liberação de gases de efeito estufa na atmosfera, um dos principais instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), e administrado por um comitê formado por representantes de órgãos federais, da sociedade civil, do terceiro setor, dos Estados e dos municípios. O citado comitê aprovou, na primeira reunião, dois editais. Um deles será destinado a projetos de recuperação, proteção e restauração de nascentes e o outro terá como objetivo financiar programas e estudos para aproveitamento energético solar e do biogás. E o secretário executivo do MMA e presidente do comitê, Francisco Gaetani, declarou que ?a ordem é executar o maior número possível de projetos?. Ao mesmo tempo, o País inteiro voltou a conviver com problemas dos mais preocupantes das últimas décadas e que têm afetado todos os setores: os efeitos dos apagões no sistema energético. Dos maiores centros urbanos às localidades mais distantes das sedes dos governos federal, estaduais e municipais. Como é do conhecimento geral, os temores de danos piores nas atividades econômicas e sociais passaram a ser maiores com os blecautes ocorridos simultaneamente em considerável quantidade de estados e atingindo expressiva parcela da população; a exemplo do que vimos nesta mesma semana com a volta do fantasma do apagão, poucos dias depois da sanção da lei que trata da redução do preço da energia elétrica em 20%. Precisamos, portanto, de mais e mais projetos com soluções duradouras e eficazes diante do sério risco de racionamento e de outros efeitos que poderão surgir com os fenômenos climáticos como as estiagens prolongadas, as enchentes e outras causas, entre as quais se destaca a falta de planejamento e investimento.

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