Opinião
80 anos de vida e pioneirismo
O transcurso de mais um ano de um veículo prestador de serviços de comunicação e informação sempre foi ? e continua como ? um dos principais motivos de comemorações de seus proprietários, de seus dirigentes, dos funcionários, dos leitores, do povo. Em qualquer lugar no mundo. Há, logicamente, motivações maiores para a exteriorização de regozijo, quando o alvo das celebrações torna-se verdadeiro patrimônio da coletividade. Capítulo jamais descartável da história de gerações e gerações. Testemunho do dia a dia das sociedades. Crescendo, insistentemente, em lealdade e em investimentos para hoje ser melhor do que ontem, e amanhã ser melhor do que hoje. Este jornal, a Gazeta da Organização Arnon de Mello, a Gazeta de Alagoas, de todos os instantes de todos os dias tem sido assim. E estamos, naturalmente, felizes e orgulhosos pelo fato de comemorarmos, neste 25 de fevereiro, exatos 80 anos de vida marcados por enormes sacrifícios e desafios vencidos com lutas, mas também com iniciativas ousadas e pioneiras no decorrer das décadas. Principalmente, a contar de meados do século passado, em que este matutino foi o primeiro produto da empresa ? embrião da OAM e começou a imprimir uma sequência de medidas inovadoras e até hoje ininterruptas que suplantariam como suplantaram as concorrentes, as demais publicações impressas no estado e até em outras regiões. Edificando o futuro no presente com as mais novas e revolucionárias tecnologias. Em todos os setores. Seremos eternamente agradecidos por cada gesto de apoio, por cada demonstração de confiança da população alagoana em geral, de cada um dos nossos colaboradores, usuários, fornecedores e adquirentes de nossos serviços pelas oito décadas de sobrevivência de nosso diário, deste empreendimento que foi mais um fruto de muitos da inteligência cívica, da bravura e da mania de bem servir aos alagoanos do jornalista e homem público Luiz Magalhães da Silveira, em 1934. Frutos esses transformados em árvore frutífera, das mais produtivas e resistentes, nas últimas seis décadas, pelo empresário, também jornalista e homem público Arnon de Mello, cujos exemplos e obras continuamos. Orgulhosamente.