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A P�SCOA, SEU SIGNIFICADO E SEUS S�MBOLOS

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A Páscoa é uma festividade importante para os cristãos porque lembra a Ressurreição de Jesus Cristo. Faz parte dos rituais da Semana Santa que começam no Domingo de Ramos, que marca a data em que Jesus entrou em Jerusalém entre israelitas empunhando ramos de palmeiras para saudá-lo. É também uma data importante para cristãos porque, além de se referir à Ressurreição de Cristo, representa a passagem para novos tempos, novas esperanças. Vários símbolos comemoram essa data religiosa tão importante. Além dos ramos de palmeiras de que já falamos, existe o Círio Pascoal: uma grande vela, decorada com as letras gregas alfa e ômega e que têm nela inserido os cinco pontos das chagas de Cristo na cruz. Existe o peixe representando os animais trazidos do mar pelos apóstolos que eram pescadores. Significa vida. Era usado pelos primeiros cristãos, no acróstico IXTUS ? peixe em grego. Quer dizer: ?Iesus Xristos Theos Huios Sopter?(Jesus Cristo, Filho de Deus, o Salvador). Por isso, o costume de comer peixe na Semana Santa. O Ovo de Páscoa representa a vida. Presentear com ovos era um hábito antigo entre os povos do Mediterrâneo para comemorar a chegada da Primavera, época de plantar. Os ovos, depois de cozidos, eram pintados e ofertados. Os cristãos decoravam-nos com imagens de Jesus e de Maria. São usados até hoje, porém feitos de chocolate. E como são apreciados! Existe ainda o coelho. Animal reprodutor de grandes ninhadas. É empregado como símbolo da fertilidade. Eram os primeiros a sair de suas tocas, na Primavera, para procriarem. Vários povos da antiguidade já o tinham nesse conceito. De todas essas insígnias, as que resistem nos países cristãos da Europa e Américas são os coelhos e os ovos, hoje de chocolate, que abarrotam os supermercados em todos os acondicionamentos e lhes proporcionam grandes lucros. Conta a Bíblia que Moisés, por ordem do Senhor, ordenou que todos os chefes de famílias israelitas, para celebrar a Páscoa (isto foi em 1500 a.C., 14º dia daquele mês de Semana Santa) imolassem um carneiro sem defeito, com um ano de idade, sem quebrar nenhum osso, e misturando seu sangue com um molho de hissopo, aspergissem-no nas ombreiras e nos pardieiros das portas. Ordenou que comessem a carne do animal assada no fogo, molhando-a com hissopo e acompanhando-a de pão sem fermento e ervas amargas. Daí vem o hábito de reunir os amigos e as famílias para grandes almoços domingo de Páscoa.

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