Opinião
NOSSA QUERIDA P�TRIA
Era o dia 7 de setembro de 1822 quando o Brasil deixou de ser colônia de Portugal. D. Pedro I às margens do riacho Ipiranga deu o grito de independência, em São Paulo. Passados todos esses anos ? (192), os passos do nosso querido Brasil ainda são vacilantes. Continuamos aguardando que nossos filhos e netos possam ter uma democracia com liberdade e bem-estar social. Nosso País enfrenta problemas estruturais muito graves que se apresentam há séculos. São problemas para os quais as soluções só serão encontradas quando a maioria dos políticos brasileiros usarem o diálogo, cuja finalidade seja o bem comum e não os interesses pessoais ou de grupos. Sem isso, continuaremos caminhando em círculos, sem chegar a lugar nenhum. O que atrapalha o Brasil é o excesso de liberdade em todas as áreas. O que nos preocupa hoje é o nosso futuro. Ficamos na esperança de que o próximo presidente seja feliz em sua caminhada conduzindo o nosso querido Brasil com acerto e dignidade. O caminho do bom-êxito e do bom-senso comum é a capacidade e o desprendimento de saber enfrentar os fatos. Vamos esperar que um dia o nosso Brasil seja uma grande Nação sem tantos desencontros. A realidade e as lições dos séculos nos afirmam que não bastam riquezas naturais e extensão territorial para que uma Nação se torne forte e poderosa; é necessário que ela tenha equilíbrio e dignidade nas suas instituições. Merecemos a felicidade almejada e daí ficarmos sempre esperando que todos aqueles que têm partículas de poder no Brasil, valorizem a educação, os professores, a escola, a universidade e os menos desassistidos. Comemoramos hoje mais um aniversário de nossa Independência. Nessa data teríamos que fazer uma bela poesia em homenagem aqueles índios, negros e brancos que com o seu sangue regaram a nossa terra e a tornaram cheia de generosidade, de solidariedade e fraternidade. Apesar de todos esses anos, o nosso querido Brasil, ainda continua sem fazer o seu papel principal que é o investimento no homem. O Brasil só será uma grande Nação quando souber investir dignamente na educação, quando souber estimular a juventude que aguarda depressa e fica ansiosa por se afirmar. Eu amo o meu Brasil que embalou os meus sonhos de menino. Como diz o saudoso e grande poeta Jayme de Altavilla: ?Quando eu morrer rasgue um pedaço deste céu e faça dele a minha mortalha e diga aos que perguntarem por mim que eu morri como nasci: brasileiro, brasileiro, brasileiro?.