Opinião
Planejamento � a palavra da vez
Caminhamos para o final do primeiro trimestre do ano, e o cenário econômico não mudou. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a prévia para a inflação oficial acelerou com os aumentos da conta de luz, mensalidades escolares, passagens de ônibus e combustíveis. Diante dessa realidade, a palavra de ordem é planejar, favorecendo a melhor aplicação dos recursos para um enxugamento do orçamento familiar e empresarial. Mesmo diante de tudo isso, setores como educação, alimentação e saúde não podem deixar de ser prioridade. A saída é escolher opções que mantenham a excelência na prestação de serviços e, ao mesmo tempo, apresentem o melhor custo-benefício. Na área da saúde, uma ótima opção é o plano de saúde com coparticipação, pois trata-se da ?revolução do consumo?. Com esta alternativa, é possível promover uma gestão eficiente de custos aliada à qualidade no serviço ofertado. Ao optar pelo plano com coparticipação, o cliente paga uma mensalidade de valor mais acessível, porém com o pagamento de taxa pré-estabelecida de parte do serviço que foi realizado, em caso de consulta e exame. Há conveniado com plano com coparticipação que não paga por internações e cirurgias. Assim, é possível apresentar soluções que atendam ao cliente, conciliando o orçamento pessoal com as necessidades específicas. Com o plano com coparticipação, o beneficiário tem a possibilidade de pagar um plano mais barato mensalmente e, a cada vez que se consultar ou utilizar algum serviço, ele divide com o plano o custo. Dessa forma, todos os usuários do plano ganham, pois não há o uso abusivo do plano e ele ainda tem a possibilidade de poupar todos os meses. O plano de coparticipação chega a representar uma redução de 10% a 30% no orçamento mensal, dependendo da utilização dele. Além do valor mais acessível, essa modalidade possibilita o uso mais consciente do plano de saúde por parte do beneficiário, que continuará a usufruir de estrutura, tecnologia e profissionais de qualidade.