Opinião
BAIONETA NUNCA MAIS; SE PRECISO, QUE FAZER?
Os países espalhados por toda órbita terrestre ressentem-se na substituição do regime democrático por ditatorial, visto que essa segunda situação extermina direitos e garantias do cidadão e cidadã, inclusive o ir e vir acarretando prejuízos à liberdade, à igualdade, à segurança e até mesmo à propriedade. No continente americano, principalmente nas áreas centrais estão localizadas nações que ainda continuam em processo de desenvolvimento sendo comum mudança brusca de governo, deixando à deriva das vezes o destino de um povo sofrido e massacrado. E o Brasil, como tem posicionado-se diante do enfraquecimento da ordem pública provocada por baderneiros e assaltantes da moral e do bem-estar? Na atual conjuntura nossa sociedade está imergida nas noites dos tempos e no soar dos gritos e agitações de grupos não satisfeitos com a atual política administrativa. É público e notório que a corrupção vivenciada ultrapassa a proliferação da pior epidemia que se possa imaginar. No período colonial foram os portugueses que nas caladas das noites levaram nossas riquezas. E agora? São os saqueadores que sorrateiramente deixam vazios os cofres do tesouro nacional, em detrimento ao desenvolvimento sócio econômico da nossa terra. Que fazer? Determinar ressarcir o erário e cadeia em quem furtou. Será que isso acontecerá? Aguardemos o tempo, pois este é o senhor da razão. Os dias hodiernos faz lembrar os movimentos populares que antecederam o marco histórico revolucionário 1964. Não ao retrocesso e sim a moralidade para nossos governantes. Se a situação persistir a solução é baioneta para reprimir improbidades administrativas bilionárias. A mídia mostra elementos portadores de enriquecimentos ilícitos. O clamor popular já se faz ouvir em todo território brasileiro nas ruas e avenidas clamando por mudanças e impeachment já. Os serviços de inteligência dos órgãos de segurança acompanham com muita cautela os movimentos partidários e ideológicos. Os que fizeram a revolução de 31 de março cometeram grande erro, porque após saneados os desmandos e restabelecida a ordem, o comando do país deveria ter sido devolvido ao poder político, o que só aconteceu anos depois. Somos defensores de uma pátria livre e respeitada, tendo como fundamentação o Estado Democrático de Direito, que servirá de legado para gerações futuras. O Brasil é um gigante em repouso, mas, atento aos que buscam destruí-lo. Que o sentimentalismo de brasilidade seja a palavra única a ser usada para todo povo brasileiro.