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O Brasil e as v�rias mudan�as de que est� precisando!

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Brasileiros! Onde estão as suas vozes? Calaram-se! Onde estão suas manifestações pacíficas, ordeiras para demonstrar aos políticos seus protestos democráticos contra as insensatas medidas políticas, administrativas e econômicas que estão sacrificando nosso País e consequentemente nosso povo? Falam numa reforma política próxima. Mas é preciso que realmente não passe de uma balela. Precisamos mudar muitas coisas: por exemplo, devemos diminuir o número exagerado de partidos. Em vez de 32, bastaria cinco, sob uma fidelidade partidária e sem coligações estaduais, o que diminuiria a força política do Congresso. Não existiriam mais financiamentos de campanha através de doações empresariais. As eleições seriam unificadas: municipais, estaduais e federais, o que impediria as corporações incoerentes que só acatam os méritos individuais. Os políticos não mais deixariam o encargo para se candidatar a outro. O voto seria facultativo. Certas vantagens outorgadas aos cidadãos teriam que ser concedidas pelo Estado e não conectadas a um partido, para impedir que sirvam de objetos vinculados aos sufrágios. Os políticos deveriam ter o mesmo caráter de vida dos outros cidadãos da coletividade. Não é justo que os deputados federais, estaduais, senadores tenham um número absurdo de assessores, ficando a assistência técnica conectada somente a cinco partidos para preparação dos regulamentos. É necessário que seja propagado um moderno protótipo de ética no ambiente político em que as mordomias não sejam admitidas. A reforma política tem que acontecer via Congresso, porém sob coação do povo, pois sabemos que a maioria de nossos políticos não é confiável. Se consultarem os cidadãos sobre que forma de mudanças preferem que seja feita em nossa política: se plebiscito ou referendo, é claro que eles vão preferir este último, pois o plebiscito é uma escolha cujo resultado está em branco, na mão dos políticos e o referendo eles já sabem, de antemão, o que estarão escolhendo: assinarão ou não. Há muita coisa a ser mudada na gestão pública: reduzir o número de ministérios de 39 para 15, sendo que um deles fique diretamente ligado à presidência Para fiscalizar a execução das obras públicas, se seguem os custos acertados e se ficam prontos nos prazos acertados. Há que reduzir os cargos comissionados tidos como de confiança, substituindo-os por funcionários públicos concursados. E a terrível corrupção que nos está aniquilando a economia? Tem que ser vigiada pela população e exigidas medidas drásticas para os culpados. Os gastos administrativos precisam ser controlados e é necessário usar os meios possíveis para controlar a inflação. E, também, reduzir essa burocracia que afeta a todos os níveis do governo.

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