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Nº 5730
Opinião

S.O.S. a crian�as e adolescentes

Chocamo-nos a cada dia, à cada momento em que tomamos contato com notícia de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. As estatísticas são alarmantes e estarrecedoras! Nas mais diversas formas, por estranhos, amigos ou familiares, os famigerad

Por | Edição do dia 03/06/2015 - Matéria atualizada em 03/06/2015 às 00h00

Chocamo-nos a cada dia, à cada momento em que tomamos contato com notícia de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. As estatísticas são alarmantes e estarrecedoras! Nas mais diversas formas, por estranhos, amigos ou familiares, os famigerados e depravados pedófilos agem covardemente em uma ação abominável e monstruosa e em muitos casos agravada pelo fato de ser exercida por pessoas que, pela ascendência, pela posição familiar em relação à vítima, deveriam dar amor, carinho, proteção e confiança, mas, ao contrário, geram medo, pavor, amargura infinita, marcando sua presa com angústia, frustração, revolta e escassez ou total ausência de autoconfiança por toda a vida. Que a sociedade encontre mecanismos para coibir, estancar, pôr um basta em tão vil procedimento. Sou de paz e avesso a violência, todavia sempre que tomo conhecimento de tais monstruosidades, lembro-me de um relato feito por um cidadão merecedor do mais completo, profundo respeito e credibilidade sobre um fato ocorrido há muitos anos e narrava: “Um sujeito tinha sete filhos, sendo duas mulheres e cinco homens, todos casados. Os cinco filhos homens conversando, em decorrência de unânimes queixas de suas esposas, decepcionados e revoltados, chegaram à absoluta conclusão e constataram que o pai deles estava “cantando” insistentemente suas esposas; já tomando, inclusive, forma ameaçadora e agressiva. Os cinco promoveram uma reunião em local apropriado, convidaram o pai e com toda assepsia e cautela, mandaram que um especialista em castração de bode e carneiro exercesse seu mister. Antes, porém, comunicando solenemente ao pai tarado as razões da deliberação. E o pai viveu ainda muitos anos, gordinho e gozando de boa saúde, sem mais importunar as noras”. Já não mais são admitidas medidas extremas e ao arrepio da lei como a da presente narrativa, todavia desejamos ardentemente que a sociedade encontre com urgência os necessários e eficientes mecanismos e ferramentas em consonância, nos limites e em total respeito ao Ordenamento Jurídico, para punir e cessar tais odiosas práticas contra crianças e adolescentes.

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