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Opinião

Brasil na corda bamba

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O Brasil adquiriu independência política e econômica há 193 anos. Todavia, até agora não conseguiu acompanhar o progresso dos países de primeiro mundo. Nossa moeda diariamente distancia-se do dólar americano com prejuízo para as importações, inclusive para o turismo internacional. Por outro lado, nossos produtos exportados são valorizados na comercialização mundial. Os juros e a carga tributária impostos aos brasileiros são os mais elevados do planeta. O governo tem procurado soluções para a crise econômica criando tributos que sobrecarregam a população. Saída ingrata e desumana. Nossa pátria caminha a largos passos para uma incógnita na área econômica e financeira, sem perdermos de vista a insegurança que persiste cotidianamente. Os partidos da maioria buscando o poder a todo custo. Ninguém se entende. Alguns governadores e prefeitos reduzindo, congelando ou parcelando salários, sobretudo dos abnegados funcionários. Outros demitindo servidores. Renunciam demagogicamente seus subsídios, porém as verbas secretas e diárias recheadas não abdicam, ficando tudo no mesmo. Medidas esdrúxulas e demagogas! Deveriam por em prática as políticas públicas junto ao governo federal, bem assim colaborarem na recuperação das fortunas furtadas ou até mesmo roubadas por brasileiros desonestos e criminosos. Até quando essa realidade persistirá? Legado de péssima qualidade para as gerações do porvir. Fase negra e melancólica para um país continental. Finalmente, quem responderá por todas essas distorções e aberrações? Primeiramente, os maus políticos e todos aqueles que se locupletaram com o dinheiro do Mensalão, Petrolão e outros. E pior ainda, governo democrático com 70% de desaprovação popular. E o impeachment é pra valer ou engodo? Criticam muito a época revolucionária. Os militares ao deixaram o comando da nação passaram a viver humilde e honestamente. Mesmo assim, os opositores remanescentes dos governos revolucionários tentam penalizar homens que defenderam nosso País. Muitos deles morreram pobres deixando apenas os proventos como herança para os familiares. Os parlamentares que dão sustentação ao governo querem a volta da CPMF como solução para a problemática administrativa. Os recursos a ser retirados dos nossos salários não serão investidos na saúde pública e sim para cobrir o rombo existente na previdência social. É pública e notória tal manobra política. Ao final das contas, o povo pagará pela ideia inoportuna e prejudicial. Quem deve assistir a saúde e educação é o governo, jamais os minguados vencimentos da gente sofrida. Nem a casa da moeda é suficiente para manter a roubalheira praticada ultimamente no nosso território. É necessário darmos as mãos clamando por melhores dias para nossas famílias e para a sociedade. Nossa justiça é lenta, mas, hoje ou amanhã, far-se-á presente, dando a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. É só questão de tempo. Aguardaremos o futuro.

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