loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Opinião

Opinião

Meu corpo, minhas regras?

Ouvir
Compartilhar

Sim, o título deste artigo é uma frase interrogativa, questionando a afirmação feita por atores da Rede Globo ao lançarem um vídeo pró-aborto. Quando o assisti pelas redes sociais, meu ser lógico raciocinou: ?um feto é outro corpo?. Simples assim. Particularmente, acredito que esses atores não devem tem um QI muito elevado. Eu me recusaria a participar de qualquer obra publicitária se esta ferisse minha inteligência. Claro, pois não desejaria me expor ao ridículo. E como esses assim o fizeram, também se permitiram a críticas. Então, vamos a elas! A ciência é clara ao demonstrar que o material genético de uma mãe é diferente ao do feto. Ambos não têm o mesmo DNA, portanto a criança é outro ser. Estando fora ou dentro do útero, não modifica em nada sua natureza. Para corroborar isso, Dr. Jerome Lejeune, um dos maiores geneticistas do século 20, aquele que descobriu a Síndrome de Down, afirmou que o embrião é um ser humano, pois nele já estão todas as mensagens da vida desta pessoa. O vídeo quer afirmar que o feto é parte do corpo da mulher. Então, um abortamento seria uma espécie de mutilação. Mas, engraçado, depois do procedimento o corpo dela se encerra com todos e os mesmos órgãos antes da operação! Por uma questão de lógica, é claro que se trata de outro corpo! Aos proselitistas da cureta: busquem outros argumentos, por favor! Além disso, a campanha fala de um erro de tradução da Bíblia afirmando Jesus não ter sido nascido de Maria virgem. Gostaria de saber quais os estudiosos que eles se basearam! Nenhum exegeta de renome, em todos os séculos da era cristã, ratificou isso. Então, a Globo diz ?eureka? agora amparada em quem? Algo que vi nas mídias sociais que me chamou a atenção foi a ligação que o povo fez desta campanha ao Criança Esperança. Ali há atores que participaram de ambos os programas. A crítica é valida: ?do que vale salvar uma criança já nascida, se não defendemos uma que está em gestação?? De fato, não somente é paradoxal, mas também enganador. Ainda teria muito que escrever. Pena não ser este espaço amplo o suficiente para isso. Mas agradeço a Deus pelos abortamentos não efetuados e por aqueles que pude ajudar a não acontecer. Sou a favor da vida em uma cultura de morte. Sempre serei.

Relacionadas