Opinião
A N�S, MULHERES!
Inicio a minha escrita homenageando a todas as mulheres que sonham, acreditam e realizam seus objetivos, àquelas mulheres que a cada dia, mesmo com todas as dificuldades apresentadas, não desistem e lutam por dias melhores, na escolha acertadamente de ser feliz. Maria mãe de Jesus é a mulher mais importante de todos os tempos, mulher esta escolhida por Deus para dar à luz ao nosso salvador. Poderia aprofundar-me mais sobre Maria, mas somente em poucas palavras a sua santidade se revela no amor de Cristo Jesus. Ter-se-ia outras grandes mulheres da época as quais caberiam com propriedade fazer um tributo, tais como: Sara, mulher de Abraão; Rainha Ester; Maria Madalena; dentre outras que se continuássemos não caberia nesta escrita. No entanto, não podemos deixar de referir-nos algumas mulheres que tanto contribuíram para uma nação dando seu tempo, dedicação; como se não bastasse usando seu desprendimento em prol dos mais necessitados aos países do continente africano: Serra Leoa, Uganda, Etiópia e outros nesta escala, mulheres estas que realizaram projetos em favor da humanidade, como: a médica sanitarista fundadora da pastoral da criança e pessoa idosa Dra. Zilda Arns, Lady Diana e Madre Teresa de Calcutá, todas elas com trabalhos humanitários e missionários de apoio e resgate aos menos favorecidos. Falar destas mulheres exige um conhecimento aprofundado, entretanto cabe a mim a curiosidade da literatura acerca destas que fizeram a diferença entre povos de geração a geração. Não poderia deixar de trazer aos leitores esta citação de uma das cartas de Madre Teresa de Calcutá, verdadeiramente para mim estas palavras redigidas significam quão importante os valores intrínsecos contidos em cada ser humano, vejamos: ?não usemos bombas nem armas para conquistar o mundo. Usemos o amor e a compaixão. A paz começa com um sorriso?. Estou a pensar nesta mensagem e logo entendo que a paz depende muito mais de cada um ao ato de dar o primeiro passo do que se espera do outro. Já faz algum tempo em que as mulheres eram minoria na sociedade, plausivamente esta mentalidade estava com os dias contados ante a desenvoltura e conquista do talento natural da mulher empreendedora, mulher agente pública, mulher autônoma ou inovadora, vez que a mulher ocupara espaço na indústria e mercado fazendo valer os ditames do seu poder estruturador. Aproveito para parabenizar a todas as mulheres que com muito esforço e combate conquistaram seus espaços seja no setor público ou no privado, mas que a cada dia se renova e mostra que a feminilidade não é sinônimo de inferioridade, mas de igualdade de forças nas atribuições que lhe são atribuídas e no intelecto perceptível diante dos resultados alcançados. Assim, a palavra mulher vai mais além do que nos permite sentir, pois muitas das vezes esta mulher enfrenta barreiras, sofre preconceitos, é descriminada, quando não desacreditada de seus sonhos por não encontrar uma resposta aos seus anseios, de outro lado esta mesma mulher torna-se firme nas suas decisões e tem uma leveza que só se reconhece àquelas que trazem consigo a força e a doçura do dom de ser mulher.