Opinião
SEM UMA LUZ NO FIM DO T�NEL
O mundo passa em pleno século XXI por várias guerras civis. Oriente Médio, África e a mais recente, a capital da França, Paris, vivenciam casos de terrorismo impostos por grupos idealistas e que defendem um único ponto de vista, uma única forma de vida como a mais certa e a certeza da salvação pelo caminho do extremismo em nome dos seus deuses, de suas vontades! No nosso Brasil tupiniquim vivenciamos não uma guerra, mas uma crise que, se mantida, pode virar em uma das maiores depressões já existentes na história. Fazer as reformas tributárias, incentivos para investimentos, planejamentos voltados para o crescimento da educação e do emprego? Que nada! Enquanto o cenário totalmente desolador continua sem uma luz no fim do túnel, assistimos os vários capítulos da novela de corrupção ao extremo chamada Lava Jato, o governo comprando caças suecos, nosso plenário segue como o segundo mais caro do mundo, continuamos pagando impostos absurdos e elegendo os mesmos hipócritas que diante das mesmas promessas de sempre acabam fazendo o povo ter poucas opções em visualizar o que realmente tem de sério e confiável nas propostas. A corrida eleitoral já teve início. O jogo político nas esferas municipais para prefeito e vereadores está se intensificando neste ano de Eleições. Mais do que nunca, é tempo de olharmos quem realmente vem fazendo por uma cidade melhor. Sem alarde e falações. Quem tem reais chances de vencer as disputas não é aquele de quem ouvimos muito a se falar. Mas o legado de todo o conjunto, com trabalho e responsabilidade do que se tem feito, principalmente neste tempo de recessão econômica no qual as cidades dependem muito do repasse de verbas federais. A nossa escolha começa no estudo e análise criteriosa dos nossos representantes e neste ponto de vista também somos responsáveis pelas consequências das nossas atitudes.