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Opinião

EITA NEG�CIO BOM!

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A semana que passou foi pródiga de boas notícias, animador para os que estão quase desistindo na louca corrida pela sobrevivência dos negócios nesses chamados ?tempos bicudos?. Se a construção civil dá sinais de reação, a tocha do otimismo reacende, o gigante começa a reagir após o tombo empurrado pela funesta era petista. Afinal, este segmento é a grande mola propulsora da economia nacional logo após a agroindústria. Para Alagoas, é fundamental! Quando a tresloucada Rua 25 de Março, em São Paulo, entra em ebulição, é uma prova contundente de que o comércio popular do Brasil está reagindo. Se a propaganda também apresenta número positivo, mesmo que seja acanhado, com um pequeno crescimento no semestre, dados divulgados pelo Ibope Media, é estimulante. Se entre tantas empresas que fecharam suas portas nos últimos dois anos, algumas novas surgiram de janeiro a maio desse semestre, segundo o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, podemos comemorar e dizer: ?que maravilha!?. É o prenúncio de que estamos retomando a confiança no trabalho e enxergando mais esperança no futuro. Quando a senhora Dilma voltar de vez para o Rio Grande do Sul e nos livrarmos definitivamente do mal chamado ?Eduardo Cunha?, o rumo do Brasil deverá mudar e a economia voltará a crescer de verdade. O comandante da quadrilha já virou réu e seu destino está escrito no livro da justiça. A construção civil é um setor que movimenta uma grande quantidade de atividades. Em um estado pobre, restrito em alternativas de geração de emprego como Alagoas, o aquecimento dessa indústria é fundamental para movimentar a economia. No Brasil, seu tamanho representa aproximadamente 16% do PIB e posiciona-se como o segundo maior setor econômico do País. Quando citamos com entusiasmo o reaquecimento da famosa 25 de Março, é porque milhares de famílias brasileiras dela dependem para sua sobrevivência, particularmente no Nordeste. No estresse da multidão que por lá circula diariamente, centenas de alagoanos se engalfinham nos becos e corredores para encherem sacolas de bugigangas que reabastecem suas pequenas lojas ou o próprio comércio informal, muito comum em países subdesenvolvidos e emergentes. Dizem os estudiosos que se a economia informal se legalizasse, pagasse impostos, o PIB brasileiro teria um aumento de cerca de 30%. Os ?habitués? fregueses desses comerciantes sabem e não se importam, têm plena consciência de que na maioria das vezes estão comprando ?gato por lebre?. A verdade é que os índices de confiança de recuperação do comércio começam a melhorar segundo informou a Fundação Getúlio Vargas, timidamente, é verdade. Economistas da instituição também admitem que ainda faltam sinais mais consistentes de recuperação da demanda, porém o otimismo junto aos revendedores de bens duráveis, aponta para uma retomada do consumo. Ainda não se pode baixar a guarda, afinal ?cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém?.

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