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ENSINO SUPERIOR PRIVADO E O DESENVOLVIMENTO DA NA��O

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As intensas transformações políticas, econômicas, sociais e culturais de um mundo cada vez mais sem fronteiras colocam a educação superior no protagonismo de qualquer projeto de desenvolvimento de nação. A ampliação do acesso a níveis mais elevados de educação representa maior capacidade de geração e aplicação de ciência e tecnologia, o que impacta positivamente na oferta de bens e serviços fundamentais para melhoria da qualidade de vida das pessoas. Portanto, investir em Ensino Superior traz índices mais animadores de democracia, justiça social e, obviamente, competitividade. O Brasil tem uma história recente de crescimento de matrículas na educação superior. De 2009 a 2015, o País saltou de 5,9 para 8 milhões de estudantes nas faculdades, institutos, centros universitários e universidades. Um aumento de 35,6%, segundo dados do Censo do Ensino Superior realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira ? Inep/MEC. As estatísticas de 2016 ainda não foram divulgadas, mas o cenário não é tão animador. Hoje, apenas 17% dos jovens brasileiros, com idade entre 18 e 24 anos, ocupam os bancos universitários. E o mais preocupante: a taxa de crescimento do número de matrículas vem caindo. Entre 2014 e 2015, a redução foi de 2,6% na rede pública e 6,9% na particular. É aí onde entra a importância da rede privada. Atualmente, 87,5% das instituições de Ensino Superior brasileiras são particulares, assumindo uma demanda que o Poder Público não consegue absorver; com efeito, buscam estratégias de inclusão de estudantes, a exemplo da oferta de programas próprios de financiamento estudantil. Mas a preocupação não pode ser apenas preencher os bancos universitários. É preciso atender às premissas de qualidade que o mundo globalizado exige. Em Alagoas, o Centro Universitário Tiradentes é uma prova de que isso é possível. O Ministério da Educação divulgou, no último mês de março, o resultado da avaliação de qualidade das instituições de Ensino Superior brasileiras, e a Unit foi a melhor do Estado, entre públicas e particulares, de acordo com o Índice Geral de Cursos ? IGC. Criada em 2006, como faculdade, a instituição precisou de apenas oito anos para ser alçada à condição de centro universitário, o que lhe deu autonomia plena para abrir cursos de graduação de acordo com as necessidades do mundo do trabalho. Paralelamente a isso, ampliou significativamente a oferta de pós-graduações lato sensu e aprovou o seu primeiro mestrado em Sociedade, Tecnologias e Políticas Públicas. Seria impossível imaginar um crescimento tão rápido se a estratégia não estivesse alinhada à oferta de uma educação superior de vanguarda. O maior IGC contínuo de Alagoas também é o resultado da aposta em metodologias ativas de ensino, que colocam o estudante como protagonista do próprio aprendizado, do investimento em capacitação docente, internacionalização e tecnologias de ponta. Somente assim é possível formar o capital humano tão necessário ao desenvolvimento do Estado e do Brasil.

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