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Aprendendo um pouco sobre o Tesouro Direto

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Em setembro do ano passado, eu e minha família publicamos mais dois livros de educação financeira infantojuvenis. Um deles se chama Aprendendo a investir no Tesouro Direto. Apesar de ser infantojuvenil, muitos adultos têm se interessado pelo livro em função do tema estar em voga, e o Tesouro Direto aparece como mais uma opção para poupar e assim acumular uma reserva financeira para financiar os estudos dos filhos, para um complemento de aposentadoria, para crescimento de patrimônio etc. Mas antes de aplicar nessa modalidade, é preciso conhecê-la e saber dos riscos, também. O site www.tesourodireto.gov.br é autoexplicativo e as pessoas interessadas devem visitá-lo e estudar sobre o assunto antes de tomar as decisões. O Tesouro Direto é uma aplicação acessível a todos e com apenas R$ 30,00 o indivíduo poderá aplicar seus recursos financeiros. Existem três tipos de títulos com várias datas de vencimento. Um é o Tesouro-Selic, que é um título pós-fixado e rende o equivalente à Selic (que atualmente é de 6,5% ao ano). Outro título é o Tesouro-Prefixado, no qual o poupador sabe a taxa de juros no momento da aplicação. E o terceiro tipo é o Tesouro-Inflação, que remunera a uma taxa de juros fixa acrescida do IPCA (índice oficial de inflação do governo, atualmente). São cobrados 0,3% de custódia e taxa de administração. Essa cobrança incide sobre o montante acumulado e metade em janeiro e metade em julho. Em geral, as corretoras não cobram taxas de administração. E ainda existem os bancos virtuais, que também não cobram e nem sequer há a necessidade de DOCs ou TEDs, o que poderá economizar nas despesas com a aplicação. Tal aplicação ainda paga imposto de renda sobre o rendimento e de acordo com o tempo em que o dinheiro ficar aplicado. Como os preços dos títulos relacionados ao Tesouro Pré-fixado e ao Tesouro-Inflação sofrem influência da variação das taxas de juros, o poupador poderá, caso precise resgatar pouco tempo após a sua aplicação (já que a liquidez é diária) e as taxas de juros tenham subido, o valor a ser sacado poderá ser menor do que o que foi aplicado. Logo, aplicar no Tesouro Direto é para quem tem objetivos de longo prazo. Além dessa situação, existe um risco que é o do governo não pagar. Mas, de acordo com especialistas, esse é um dos menores riscos de mercado. Em suma, acompanhe-me nas redes sociais (Facebook e Instagram), onde posto com frequências os cursos e palestras que tenho ministrado sobre o assunto. Estude e pesquise sobre ele. Adquira bons hábitos de educação financeira e faça o dinheiro trabalhar para você e escolha os benefícios.

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