Opinião
Um mar revolto e uma nau à deriva
Vivemos dias de tormenta, quando amigos, parentes e outros se afastaram, com pensamentos contrários, gerando intrigas, troca de insultos, num sentido de posse, no intuito de que todos seguissem o mesmo itinerário. Fomos criados para sermos possuidores de nossa própria ideologia ao atingirmos a maioridade, buscando os caminhos mais propícios e compensadores, sendo influenciados desde a infância, pelos ensinamentos colhidos no lar, na religião professada, na escola e, nas companhias selecionadas para nosso convívio. Refiro-me, neste momento, a transição de cargos políticos que conduziu os brasileiros a um estágio desesperador, movido pela ignorância, insensatez e deslealdade... Como se estivéssemos participando do elenco de filmes de terror, fomos submetidos a um receio de tudo: andarmos pelas ruas, falarmos, gesticularmos e até na cor preferida das nossas vestimentas. Muitos desejaram sair do país e retornarem apenas quando o tornado se extinguisse, cedendo lugar a ondas suaves. Felizmente, esse dia raiou, trazendo novos horizontes bordado de esperanças e expectativas de um futuro isento de atropelos, notícias desagradáveis, incômodas, que enlameavam os nossos canais de informações de qualquer setor jornalístico e digital. Como em qualquer jogo, em todas as fases da vida, as eleições passaram, e, apenas um foi o vencedor para o cargo escolhido. As decisões foram características de um país democrático, onde os seus filhos agiram de conformidade com a sua livre e espontânea vontade, sem receberem gratificações ou qualquer benefício capaz de favorecer a sua vitória. Agora, a calmaria passou a estender-se pelos quatro cantos e o mar revolto vai buscando nas ondas mansas, um refúgio para aquela embarcação que navegava à deriva, cujos ocupantes insistiam para que a tormenta serenasse, no intuito de evitarem um naufrágio iminente! O candidato eleito demonstra amor pela nossa Pátria, já provou esta peculiaridade quando ia perdendo a vida para salvá-la e milagrosamente sobreviveu, é um homem livre de procedimentos mesquinhos, já se identificou como brasileiro que se envolve totalmente com a nossa bandeira, almejando honrá-la em todos os aspectos, sem visar recompensas financeiras e prestígios. Se cada um de nós amasse verdadeiramente o Brasil, formaríamos uma corrente inquebrantável de solidariedade, para que resgatássemos a nossa condição de filhos de uma nação rica, nobre e poderosa! Possuímos todos os ingredientes para nos tornarmos grandes, e exemplo para o mundo! Esqueçamos as ofensas, as trilhas sinuosas, cooperando para que o novo presidente coloque ?Deus acima de tudo?, consiga o milagre de ter o nosso Brasil repousando em berço esplêndido! Não nos agreguemos para descobrir eventuais desacertos, críticas desnecessárias e caluniosas, pactos para que essas apareçam, mas aliados ao novo dirigente da nossa Pátria e a sua equipe, de mãos unidas caminhemos como verdadeiros patriotas e cristãos!