ARTIGO
2020 será um ano excelente
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Tanto por aspiração, augúrios, regozijo, e por análise e definições de aonde ela nos leva, é que considero que 2020 será um ano excelente! Em todos os níveis e setores! As artes serão amplamente favorecidas pelos altos índices de ímpetos de criação e a adoção de melhores viabilizações de custeio, tanto no âmbito público, quanto privado.
As ciências estimuladas vão ter em 2020 um empuxo muito grande, pois a premência é latente e o mundo não pode esperar mais para tomar providências que há muito são proteladas. A vida é hoje, amanhã será depois! A economia, em novos rumos, deslanchará de modo inovador, inventivo e rentável! Mas é necessário ver que a inovação só avançará se for baseada na simplificação dos atos de todas as atividades. Ela não aguenta mais ser tomada por lacaia, como se os seus agentes fossem bandidos, e autores do caos. E pela simples razão de que a simplicidade, a simplificação, ao contrário das complexidades múltiplas, espanta, afugenta, não permite a presença ou a instalação do caos. E caos é bom somente para quem dele se aproveita. Você saberia intuir quem se beneficia do caos? Aliás, bom frisar em altos brados, que nenhuma dessas aspirações será capaz de se concretizar caso não seja desatado o nó górdio que tem emperrado tudo neste belo País há décadas: A repartição do poder político. Ao contrário, o que se vê é a concentração cada vez maior, em prejuízo da autonomia e de gestões de esferas no próprio âmbito de sua territorialidade.
Da rua, da quadra, do distrito, do município, as decisões passam para Brasília. O que faz com que tudo que deva andar, fique parado ou em espera e a vida não espera. A vida não pode esperar! Aos poderes constitucionais compete a alta missão da repartição do poder político que hoje está todo concentrado na União. E isso através de uma reforma tributária real, não facciosa, ou enganosa, para crescer o Produto Interno Bruto e a melhoria de todos os habitantes do Brasil. Sem a consequente reforma político-tributária que acabe com os males que se aprofundaram nas últimas décadas, não adianta falatório, e tró-ló-lós! Não adianta sequer aduzir que não se sabe o que é isso. Sabe-se sim! Reforma política não é reforma partidária. Reforma política é a repartição do poder através da adequada distribuição de tributos. Não é possível que a União carreie para si setenta por cento (70%) de tudo que é arrecadado no País, este belo Brasil, que não quer mais continuar de pires e chapéu na mão! Basta! Em 2020 a Justiça se fará!