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Alegremo-nos – � Natal

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JOSÉ SEBASTIÃO BASTOS * Natal, do latim Natalis, que se relaciona ao nascimento. Por excelência, o dia em que se comemora o nascimento de Jesus. Há mais de dois mil anos, o Cristianismo festeja a vida do Salvador da Humanidade. Conseqüentemente é o Natal uma data máxima. Tempo de orações, de fraternidade, de paz, de alegria, de amor e reconciliação. Não há espaço, não há lugar para o ódio, o crime, a violência, a injustiça, a corrupção, a desigualdade social, a guerra, e tudo mais que ofende a Deus. Neste Clima Natalino, devem desaparecer as retaliações pessoais, as rivalidades, as peripécias políticas e administrativas, nacionais ou internacionais. Dentre estas peripécias e injustiças, não se pode omitir a tal Reforma da Previdência Social, no que concerne ao funcionário público, ativo e inativo, aos militares e aos trabalhadores, tratando como umfantasma perseguido, marginalizando os idosos. Voltaremos à Festa da Cristandade. Os incrédulos duvidaram da realidade desse acontecimento místico, o que ocorreu efetivamente em data que corresponde aos 25 de dezembro da atual etapa histórica. Pergunta-se, e onde teria de nascer o redentor designado pelo Poder Divino para mudar um mundo corrompido por uma série de vícios? Num local humilde, numa manjedoura. Os incrédulos se assombraram com o magno acontecimento, enquanto os Três Reis Magos já iniciavam uma viagem para homenagear com muita fé o menino Deus recém-nascido. Aí o grande exemplo. Cristo não nasceu em recinto de luxo, mas numa estribaria simples. É admirável observar a universidade do Natal de Jesus, hoje celebrado em todas as nações eqüidistantes e respeitado até mesmo nos países que adotam outras religiões, tais como na Índia e nos países árabes. Aqueles que consideram Buda e Maomé como deuses não têm reflexo de conhecimento geral nos continentes em que é adotado o Cristianismo. Basta considerar que a importância e o prestígio do Rabi da Galiléia dividiram a história universal em duas épocas: antes de Cristo e depois de Cristo. E nesse pressuposto, justifica-se o festejo natalino. Enquanto o espírito do Natal domina todas as consciências universais e não perde a sua atualização, revivendo a Noite Feliz, a noite sublime, a noite auspiciosa em que veio ao nosso orbe a figura ímpar do Salvador da humanidade, Jesus de Nazaré. Observa-se uma espécie de atmosfera de contentamento de júbilo incontido, de confraternização em todos os núcleos sociais. E aqui repetimos. Nessa fase do Natal, com o que desaparecesse toda espécie de retaliação, os caprichos sociais, as rivalidades, as indisposições entre indivíduos e classes, ou abatimentos morais, de toda a espécie, de sofrimento humano, são afastados, nessa noite gloriosa e fraterna, na meia-noite, histórica em que veio ao planeta Terra a figura ímpar e inimitável aqui, do filho da Virgem Maria, Jesus de Nazaré, o Salvador da Humanidade. (*) É PROCURADOR DE ESTADO APOSENTADO E MEMBRO DO INSTITUTO HISTÓRICO DE ALAGOAS

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