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Opinião

A vacina depende apenas de nós

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Por Richard Sacks - empreendedor e associado do IEE | Edição do dia 20/11/2020 - Matéria atualizada em 19/11/2020 às 23h08

Em tempos de pandemia, a busca por uma cura é o mais desejado por todos. O mundo continua em estado de alerta por conta do coronavírus, que já acumula, infelizmente, milhares de casos fatais. No entanto, estamos em época de eleições, e nos deparamos com um antigo vírus que volta e meia nos assombra.

Esse vírus que preocupa bem mais e é pouco falado e divulgado é o “comuna vírus”. Sua taxa de letalidade pelo mundo é muito maior. Para ele, não adianta o uso de máscara; o mais benéfico é o distanciamento social e a busca por conhecimento, para não se deixar levar por suas alucinações, prometendo inúmeras ilusões, impossíveis de serem cumpridas. Nessa campanha, vemos um poder de adaptação espantoso dos políticos transmissores do vírus: roupas alinhadas, cabelos penteados, cores novas e discursos moderados para confundir a população e, assim, se passar por um “parasita do bem” que vem para ajudar os pobres e oprimidos. Porém, depois, o efeito é destruidor.

O vírus já infectou diversos lugares. Ele sobreviveu bem no imenso frio da Rússia, na África, na Ásia, já apareceu na Europa e também no clima tropical da América Latina. A devastação e os efeitos colaterais na população são enormes: perda de liberdade, falta de comida, inflação, além de fuga em massa das pessoas para regiões mais seguras.

Curar os políticos já infectados é muito difícil. Uma vez contaminados, eles tendem a se enxergar como uma “nobre alma”, incapaz de identificar a febre como efeito da doença, achando que se trata de euforia saudável de quem deseja salvar a humanidade. Porém, uma vez identificados esses transmissores, a população pode se proteger com uma simples vacina, o voto. Depende apenas de cada cidadão e de um pouco de solidariedade para que a sua localidade não seja afetada por esses políticos totalitários cujas ideologias já destruíram pessoas, famílias e nações. Devemos pensar bem antes de escolher os candidatos, para não elegermos um vírus que vai provocar caos, destruição e perdas irreparáveis. Por fim, o coronavírus é preocupante. É triste ver pessoas morrendo pela doença, mas, mesmo assim, não deve superar os mais de 100 milhões de mortes causadas pela esquerda comunista no mundo. Nem a natureza é tão mortal quanto a mais totalitária e reacionária ideologia de nossa história.

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