OPINIÃO
Quem trabalha no campo
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Apesar do excelente trabalho realizado, inclusive durante a pandemia, muita coisa tem sido dita a respeito dos agricultores, responsáveis por grande parte dos alimentos que são colocados nas mesas dos brasileiros. O que nem todos sabem é que na colônia as famílias têm dedicação exclusiva às atividades, conhecendo os processos e os produtos que são utilizados no cultivo da terra e na criação de animais.
Com o avanço das tecnologias, os produtores estão otimizando tempo e recurso financeiro na preparação do solo, no plantio, na aplicação dos defensivos agrícolas e na colheita de grãos. Mas nada é feito de forma irresponsável. Há profissionais que estudam durante anos para garantir a qualidade da produção e o sustento das famílias no meio rural. E é justamente a elevação da produtividade, com preservação ambiental e inovação tecnológica, que estão tornando o Brasil um dos maiores exportadores de grãos do mundo.
Com exportações e preços recordes de commodities, os bons índices do agronegócio brasileiro devem se refletir nos indicadores econômicos do país, fazendo com que o setor alcance uma parcela maior ainda no Produto Interno Bruto (PIB) em 2021.
Quem trabalha no campo, produz para todos. Nessa época, em que as baixas temperaturas castigam os produtores e as plantações, precisamos valorizar ainda mais quem gera emprego e renda, movimenta a economia e torna nossa agricultura competitiva. Lavoura não é sinônimo de agrotóxico e agricultores não podem ser comparados com criminosos. Se existem excessos, esses devem ser fiscalizados e punidos como em qualquer outra atividade. No campo, os valores são forjados em torno da dificuldade. Com honestidade e abnegação, os homens e mulheres do campo estão produzindo o suficiente para alimentar cerca de 800 milhões de pessoas no mundo. E os números devem aumentar. Quebrando geada ou debaixo do sol, o agronegócio segue sua missão de abastecer o país, buscando melhores práticas para o desenvolvimento sustentável e enchendo de orgulho nossa nação.
