Opinião
Maceió avança com gestão inovadora e responsabilidade
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O atual cenário político e econômico do país é de muita instabilidade e exigirá dos prefeitos municipais muita cautela, planejamento e controle na condução das finanças municipais para o biênio 2021/22.
Apesar de toda crise econômica causada, inicialmente pela pandemia da Covid 19, e depois pela instabilidade política pela qual o país atravessa, as finanças municipais experimentam a sensação de alívio causado pelo crescimento de suas receitas no ano de 2021. As principais receitas das cidades alagoanas, o FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e a cota-parte do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), cresceram 33,53% e 30,11% respectivamente no estado. Este avanço é explicado, em boa parte, pelo crescimento econômico calçado numa demanda represada pela retração da economia em 2020 (-4,1%) e pela inflação em alta. O IPCA acumulado dos últimos 12 meses registra 9,68%, índice bem acima do centro da meta estipulado para pelo Banco Central para 2021, que é de 3,75%. A expectativa do mercado é que a inflação de 2021 encerre por volta de 8,5%. A inflação em alta e sentida por todos, a moeda perde o valor de compra, tudo fica mais caro. E como os cidadãos, que perdem o seu poder de compra, os municípios também amargarão um aumento nos seus gastos. Entretanto, diferente dos indivíduos comuns, o setor público tem regras específicas para contratar bens e serviços com periodicidade definida em contrato para reajuste dos seus preços, o que faz com o que o setor público sinta essa alta inflacionária de forma mais lenta, com impacto mais forte para o ano de 2022. O próximo ano é também um ano eleitoral e, tradicionalmente no país, é um ano de muitas incertezas e volatilidade econômica. Todos os cenários recentes projetados pelo mercado financeiro apontam para um ano de crescimento do PIB em baixa, dólar alto e inflação estabilizada na casa de 4,5%. Nos últimos dias, Itaú Unibanco, MB Associados, J.P. Morgan e Banco Fator revisaram suas apostas para crescimento do PIB menor do que 1% para 2022. Como se já não bastasse este cenário de menor crescimento da receita e maior aumento dos gastos, municípios devem amargar perda de R$ 9,3 bilhões já em 2022, se a reforma do Imposto de Renda que tramita de forma acelerada no Congresso for aprovada. Se a inflação, que corrói o poder de compra, nos conta que fazemos menos com o mesmo, em Maceió a gestão eficiente do Prefeito JHC nos mostra que é possível fazer mais com menos. Nesse cenário de incertezas e desafios, fazer gestão e eleger prioridades é fator fundamental para um governo de sucesso. Sem gestão, as oportunidades são desperdiçadas e as crises são incontroláveis. É nesse cenário de incertezas que a gestão do prefeito JHC tem logrado sucesso. Em pouco mais de 8 meses de mandato as mudanças são notórias. Os servidores municipais já terão em 2021 recomposição salarial de 3%, além da volta da implementação de progressões salariais, depois de 6 anos. Na mobilidade urbana, investimentos são realizados em vários pontos da cidade. No transporte público a passagem mais barata dentre as capitais do país e o tão sonhado passe-livre estudantil, que beneficiará 50 mil estudantes. Na saúde, a eficiência e eficácia da gestão JHC é comprovada pela capacidade de vacinação. A melhor entre todas as capitais. Na educação, o BEM (Bolsa Escola Municipal) trouxe benefício de até R$ 300,00 para mais de 50 mil famílias, nesse período de tanta vulnerabilidade social. A Secretarial Municipal de Educação ainda se prepara para o maior pacote de investimentos educacionais da história de Maceió. Na Infraestrutura, dois pacotes de obras aceleram os investimentos na nossa capital, os programas, Maceió tem Pressa e Mais Asfalto, trazendo mais dignidade às pessoas e valorização de diversos bairros e avenidas da cidade. A Secretaria de Infraestrutura da cidade deve fechar o ano de 2021 com orçamento acima de 60 milhões em recursos próprios, o maior ao longo dos últimos 10 anos. A gestão municipal redirecionou os recursos públicos com o foco em melhorar a vida das pessoas. Todos esses avanços em tão pouco tempo foram possíveis pela liderança jovem e inovadora do prefeito JHC que, para além dessas qualidades, entende e leva a sério a organização das contas públicas. Responsabilidade fiscal é a fundação desta estrutura que possibilita investimentos, avanços e melhor qualidade de vida para todos os maceioenses hoje o no futuro.