loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
sábado, 25/07/2026 | Ano | Nº 6275
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Opinião

Opinião

VELHO INIMIGO

.

Ouvir
Compartilhar

Passada a fase mais crítica da pandemia do novo coronavírus, as atenções das autoridades de saúde se voltam agora para o aumento dos casos de doença causadas pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya, principalmente esta última. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Maceió, nesses primeiros meses de 2022 houve um aumento de 413,33% dos casos de chikungunya em relação ao mesmo intervalo de tempo de 2021.

Não é de hoje que o Brasil vem sendo derrotado por um mosquito, isso depois de ter sido declarado erradicado do País em 1955, graças à execução de rígidas medidas de controle. De acordo com pesquisadores, a hipótese mais provável para explicar a reintrodução do mosquito no Brasil é a chamada dispersão passiva dos vetores, através de deslocamentos humanos marítimos ou terrestres.

Além disso, o relaxamento das medidas de controle permitiu sua reintrodução no país no final da década de 1960. Hoje o mosquito é encontrado em todos os Estados brasileiros e, periodicamente, o País é assolado por epidemia de dengue.

Essas epidemias geralmente começam com surtos isolados em alguns locais, começam a aumentar gradativamente o número de pessoas infectadas e há uma explosão de casos normalmente três, quatro anos depois de um determinado vírus ser introduzido em uma determinada comunidade. Enquanto não há vacina para essas doenças, o caminho é a prevenção, evitando-se a proliferação do mosquito transmissor.

Shorts Youtube
Play
Joalheiria é alvo de assalto em plena luz do dia em Teotônio Vilela

Joalheiria é alvo de assalto em plena luz do dia em Teotônio Vilela

Play
Prefeitura remove embarcações e objetos abandonados na orla da Pajuçara

Prefeitura remove embarcações e objetos abandonados na orla da Pajuçara

Play
Operação prende suspeito de tráfico de drogas em Arapiraca

Operação prende suspeito de tráfico de drogas em Arapiraca

Play
Polícia inicia 6ª fase da Operação Cerco Fechado

Polícia inicia 6ª fase da Operação Cerco Fechado

Play
Ação da Semsc remove embarcações e objetos abandonados na orla da Pajuçara

Ação da Semsc remove embarcações e objetos abandonados na orla da Pajuçara

O governo faz campanhas periódicas para que as pessoas não deixem água parada acumulada, mas muita gente ainda se recusa a colaborar. Para agravar o problema, o País fez uma urbanização caótica. Há hoje amontoados de gente vivendo sem fornecimento de água adequado, sem coleta de esgoto e de lixo. A mudança no modelo de urbanização é algo que deve ser feito e médio e longo prazo.

É preciso que tanto a população quanto o poder público não descansem enquanto a luta contra o mosquito não for vencida. À população cabe tomar as medidas preventivas necessárias; ao governo, manter agentes de saúde atuando em número suficiente e com os recursos necessários.

Relacionadas