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Opinião

A Gazeta nas elei��es

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Em períodos eleitorais, nem sempre é fácil para um jornal manter-se firme na trilha da objetividade exigida por seus leitores. Felizmente, o esforço em busca dessa objetividade sempre rende resultados positivos. A redação da GAZETA DE ALAGOAS recebe, diariamente, uma série de denúncias contra candidatos a prefeito e a vereador no Estado. A maioria dessas denúncias tem um objetivo: usar a liderança e a credibilidade da GAZETA para desestabilizar esta ou aquela candidatura. Em meio a uma avalanche de investigações ?requentadas? e acusações oportunistas, nossa equipe tem a missão de separar os assuntos que genuinamente possam interessar o leitor daqueles que são plantados com fins eleitoreiros. Isso não significa, é claro, que exista uma receita infalível de isenção jornalística. Significa apenas que quando uma empresa está comprometida com o bom jornalismo, como é o caso da Organização Arnon de Mello (OAM), alguns ingredientes são indispensáveis. O primeiro desses ingredientes é a garantia de que nossos profissionais sejam escolhidos e avaliados não apenas por critérios técnicos, como por critérios éticos. Depois, é preciso assegurar que esses mesmos jornalistas possam trabalhar com toda a liberdade, sem sofrerem nenhum tipo de constrangimento externo ou interno na busca de notícias do interesse do leitor. Outro pré-requisito é o incansável trabalho de checagem e rechecagem dos dados apurados, assim como a maturidade para o reconhecimento dos erros, quando porventura eles surjam. Por fim, o ingrediente mais importante: fazer uma cobertura honesta dos fatos, sem subestimar a inteligência do leitor que faz da GAZETA DE ALAGOAS o jornal mais lido do Estado. Quanto à cobertura política de outros veículos, não cabe à GAZETA, no ano em que comemora 70 anos de existência, tecer comentários ou fazer julgamentos. Desejamos apenas reafirmar que temos apenas um compromisso nessas eleições: informar nossos leitores com isenção e responsabilidade. Custe o que custar.

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