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Nº 5715
Opinião

A HORA DA VERDADE

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Por Editorial | Edição do dia 29/10/2022 - Matéria atualizada em 29/10/2022 às 04h00

Neste domingo, mais uma vez os eleitores brasileiros, espalhados por 5.570 municípios e em 110 países, voltam às urnas para eleger aquele que governará o País pelos próximos quatro anos. Trata-se de um momento que só a democracia pode proporcionar. Desde a redemocratização do País, com o fim do regime militar em 1985, esta é a oitavo eleição presidencial.

As eleições deste ano estão sendo uma das mais complexas de todos os tempos. Assim como ocorreu no primeiro turno, na fase final a campanha teve um clima de forte agressividade, principalmente nas redes sociais. A veiculação em massa de notícias falsas, as fake news, causou perplexidade até em analistas políticos. Atos de intolerância foram registrados em vários locais do País. Como em 2014 e 2018, as eleições deste ano foram marcadas pela polarização. Tanto no nível estadual quanto nacional, a disputa está acirrada, e os candidatos chegam à eleição com intenções de votos muito próximos, de acordo com as mais recentes pesquisas dos principais institutos. Domingo será a hora da verdade. Os debates realizados pelas emissoras de TV não ajudaram muito para que os indecisos pudessem escolher um candidato, pois foram marcados mais pela troca de farpas, em vez de ser um espaço para discutir propostas visando à resolução dos graves problemas enfrentados pelo País. De qualquer forma, é preciso festejar a democracia, que, apesar de ser imperfeita, ainda é a melhor forma de governo. Qualquer que seja o futuro presidente, deve, antes de tudo, respeitar integralmente a constituição e fazer um governo que coloque em prática os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: construir uma sociedade livre, justa e solidária; garantir o desenvolvimento nacional; erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; e promover o bem de todos. Da mesma forma, o futuro governador deve olhar para o grande contingente de alagoanos que estão em situação de pobreza e implementar políticas que melhorem os nossos indicadores sociais.

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