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Opinião

TRANSFORMAÇÃO ECOLÓGICA .

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Por Editorial | Edição do dia 08/12/2023 - Matéria atualizada em 08/12/2023 às 04h00

O Plano de Transformação Ecológica do Brasil, lançado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na COP28, é uma proposta ambiciosa que visa promover o desenvolvimento sustentável e repensar a globalização.

Com custo estimado entre US$ 130 bilhões e US$ 160 bilhões por ano, o plano pretende estimular investimentos que melhorem o meio ambiente e reduzam as desigualdades.

O plano está estruturado em seis eixos: financiamento sustentável, títulos verdes, tecnologia sustentável, bioeconomia, transição energética e economia circular.

Algumas das medidas previstas no plano já se concretizaram, como a primeira emissão de títulos verdes do Brasil, por meio da qual o governo captou US$ 2 bilhões no mercado internacional.

Outras medidas estão em discussão no Congresso Nacional, como o imposto seletivo da reforma tributária e a criação do Mercado Regulado de Carbono. Outras ações dependem do lançamento de editais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O desenvolvimento sustentável é um conceito que busca conciliar o crescimento econômico com a preservação do meio ambiente e o bem-estar social. É uma necessidade urgente, pois o mundo enfrenta uma série de desafios ambientais, como as mudanças climáticas, poluição e a perda da biodiversidade.

Os investimentos em desenvolvimento sustentável têm o potencial de gerar uma série de benefícios, incluindo melhora da qualidade de vida, criação de empregos e redução das desigualdades. Os investimentos em educação, saúde e infraestrutura social podem ajudar a reduzir as desigualdades e promover a inclusão social.

Não há dúvida de que o Plano de Transformação Ecológica é um passo importante para o Brasil cumprir suas metas climáticas e promover o desenvolvimento sustentável. A iniciativa é ambiciosa, pois requer mudanças estruturais na economia brasileira, como a descarbonização da matriz energética e a transição para uma economia circular. Essas mudanças podem ser complexas e desafiadoras, mas, com certeza, necessárias e urgentes.

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