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Mais empregos, j�

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Em 2004, depois de quatro meses consecutivos, Alagoas registrou o primeiro saldo positivo do ano em relação a emprego com carteira assinada em maio, quando o total de admissões no mercado de trabalho em todo o Estado (5.173) foi maior do que a quantidade de demissões (4.912), segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged). Mesmo assim, o índice de crescimento do emprego, que ficou em 0,13%, ainda foi o menor do País, que teve 291.822 novos postos de trabalho no mesmo mês, com a variação positiva chegando a 1,22%. Novamente os números do Ministério do Trabalho não são satisfatórios em relação a empregos no Estado, que aparece apresentando a pior performance em nível nacional, conforme mostramos na edição de domingo último, numa ampla e suficientemente detalhada matéria com os dados alusivos aos quatro primeiros meses deste ano. Segundo esse texto, só em abril, cerca de sete mil pessoas foram desempregadas e menos de cinco empregadas. E, ainda, enquanto neste quadrimestre não mais de cinco estados brasileiros apresentaram variação negativa, mais de 50 mil alagoanos passavam para o contingente dos desempregados contra menos de 17 mil novos empregados. Convém notar, para fins de reflexão e de medidas mais ousadas para a expansão, modernização e diversificação das atividades produtivas econômicas acompanhadas do necessário crescimento da renda de expressiva parcela da população alagoana, mais de 46 mil demissões e somente pouco mais de 20 mil admissões registradas de janeiro a maio do ano passado. E também os motivos para maiores preocupações, com a redução de 35.761 oportunidades de emprego em quatro meses do presente ano e antes de maio começar.

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