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De novo, a Fernandes Lima

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| Vinicius Maia Nobre * Muito já se falou e escreveu sobre a Fernandes Lima. A administração passada da prefeitura pareceu-me que não tinha disposição para enfrentar os problemas daquela importante via de nossa capital, a despeito de ter assinado convênio com o antigo DNER, atual DNIT para sua manutenção. Timidamente, no fim de 2004, executou sua primeira intervenção no contorno de quadra próximo à Federação das Indústrias. Aliás, quase nada tinha a se fazer para sua implantação. Deu tudo certo. Os usuários estão satisfeitos a exceção daqueles que demandam da rua Guedes de Miranda na junção do retorno dos que vêm no sentido centro-bairro. A atual administração municipal está realizando o terceiro contorno de quadra, bem mais complexo daquele por ela executado nas cercanias da Av. Rotary. Observo que estão novamente esquecendo o problema causado no estacionamento dos ônibus em suas paradas. O recuo nas calçadas com a criação das baias é de fundamental importância como também o reestudo dos seus locais. Graças ao bom senso não há sinais de retirada das árvores do canteiro central, pois a idéia de aumentar o número de faixas rolantes com a extinção daquele canteiro, não poderia prosperar, mesmo por que nas calçadas praticamente é impossível tal o número de postes. Sabe-se como é um Deus nos acuda tentar se modificar a posição de qualquer um deles. Destaco a boa qualidade do concreto asfáltico empregado, demonstrando dessa forma que está havendo cuidado em seu controle. Entretanto todos reclamam da demora dos serviços. O verão chegou, as chuvas não mais atrapalham e daí a pergunta: por que não prorrogar pela noite quando o trânsito diminui sensivelmente, para se adiantar os trabalhos? Toda a pavimentação da Fernandes Lima e seu prolongamento até o Tabuleiro estão carecendo de recapeamento em face da oxidação do seu revestimento asfáltico. Em alguns trechos, a aplicação do asfalto emulsionado deverá ser mais simples e econômico. Em outros, nova capa é imprescindível. Estranha-se muito que os órgãos responsáveis da prefeitura não expliquem em simples desenhos (através da imprensa) as modificações projetadas, deixando a todos nós, aqueles para os quais a obra está sendo executada, a fazermos conjecturas sobre as modificações. Cabe outra pergunta: vai permanecer a entrada à esquerda para a rua Estatística de Freitas, aquela em frente ao 59º Bimtz? (*) É engenheiro ([email protected]).

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