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Alagoas cresce com o servidor

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| Luis Abílio * Algumas vozes que se contrapõem ao nosso governo já nos criticam sistematicamente. Em tom irresponsável, acusam-nos de tratar o servidor com ?desdém? e de autorizar ?no escuro? o reajuste salarial para o magistério. Como podem fazer a diferença na política com tanta incoerência? Falam em priorizar a educação, mas não aplaudem um governo que dignifica o salário do professorado, que será um dos melhores da rede pública no Brasil. Se concedemos a isonomia aos professores, até com previsão no orçamento para recepcionar essa despesa no ano que vem, é porque estudamos e chegamos ao limite da receita. Esse fator limitante tem nome e sobrenome: fluxo financeiro e Lei de Responsabilidade Fiscal. Além dos professores, contemplamos várias categorias dos servidores. Cerca de 60 mil funcionários se beneficiaram com os projetos. Para desgosto dos mensageiros do caos, o Estado manterá seu compromisso com o servidor do povo. Aliás, esse compromisso vem sendo honrado a cada 30 dias desde 1999. Não é mais manchete de jornal o anúncio do pagamento do funcionalismo, pois se tornou algo corriqueiro. Se ligarmos a memória, constataremos as conquistas obtidas pelos servidores no decorrer nos últimos tempos. Além de garantir a folha, nomeamos 20 mil concursados, entre os quais milhares de novos professores, policiais e profissionais da saúde. Sem falar na qualificação de mais de 30 mil funcionários ? um recorde. Capacitamos para atender melhor àqueles que mais necessitam da ajuda do Estado e que ficaram órfãos de uma melhor assistência a partir do famigerado PDV. Durante toda a gestão do governador Ronaldo Lessa, cuja transição exercemos com toda honra, o salário médio do funcionalismo cresceu. Com os últimos reajustes, o valor médio subiu para quase o triplo da média atingida pela gestão anterior a 1999. E observem que havia 20 mil pessoas a menos no quadro. Outro aspecto é a redução da distância entre o menor e o maior salário do Executivo. Fizemos justiça ao evoluir com porcentuais de reposição para as categorias que sempre foram menos favorecidas. E a prova está no fato de que o piso salarial do Estado é maior do que o do governo federal, o que não ocorria antes. Eis a real relação com o funcionalismo, construída sob as bases de uma gestão fiscalmente responsável reconhecida até pelos técnicos do Tesouro Nacional. O resto é conversa de quem ainda não apresentou proposta para se contrapor ao nosso programa de reconstrução de Alagoas. (*) É governador de Alagoas.

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